Mostrando postagens com marcador DODGE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DODGE. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Dodge Challenger 1970 "Hellcat"

 
Muita gente enaltece a Dodge por ter trazido de volta o Challenger com um visual bem retrô em 2008, prestando homenagem ao carro original da década de 1970. Mas há quem prefira o muscle car raiz mesmo. Só que naquela época o modelo não gerava metade do que ele é capaz atualmente. Até que alguém decidiu unir esses mundos e colocou num Challenger de 1970 um motor de um Hellcat de 2017. E essa beleza vai à leilão. As informações são do site Carscoops.
     Esse Challenger clássico foi todo restaurado, mas não sem ter vários toques modernos como o estofamento interior de couro creme e iluminação de LED na cabine. O principal toque de contemporaneidade dele, porém, é o motorzão 6.2 V8 supercharged vindo direto de um SRT Hellcat. Ele tem os mesmos 716 cv de potência de um original de fábrica, mas com novo radiador e um câmbio Tremec manual de seis marchas. O modelo ainda conta com um conjunto coilover com amortecedores RideTech e discos de freio Wilwood.
     Por fora o carro é todo pintado de preto, com faróis e capô modernos. Ele vai à leilão em Indiana, nos EUA, pela Mecum Auctions e deve ser arrematado por pouco mais de 65 mil dólares.





quarta-feira, 11 de julho de 2018

Dodge Challenger Redeye 2019


A Dodge revelou a linha atualizada do muscle car mais vintage do mercado, o Challenger. E o que mais salta ao olhos desta revelação é a capacidade da marca em surpreender quem achava que já havia visto toda a ousadia possível da Dodge materializada no Demon. Para fazer companhia — quase que lado a lado com o demônio — a gama do Challenger agora conta com o inédito SRT Hellcat Redeye.

Equipado com o mesmo monstruoso motor 6.2 V8 Hemi do Demon, o Redeye é apenas 43 cv menos potente (se comparado com os 851 cv opcionais do Demon), ostentando incríveis 808 cv e 97,6 kgfm sob o capô. Com essa credencial, a fabricante afirma que ele é capaz de acelerar aos 100 km/h em 3,4 segundos, mais rápido do que o próprio Demon, quando ele não tá equipado com o pacote que o transforma no rei das arrancadas. O quarto de milha do Redeye é feito em 10,8 segundos e a velocidade máxima é de 326 km/h.


Pra extrair toda essa potência para o Redeye, a Dodge aproveitou 25 aprimoramentos que realizou no Hemi para o Demon, incluindo um supercompressor de 2,7 litros, pistões, bielas e virabrequim forjados e sistema de lubrificação e injeção totalmente novos, feitos especialmente para a nova versão do muscle car. Trabalhando com o V-Oitão está o câmbio automático de oito marchas, que oferece a possibilidade de duas relações de diferencial distintas, sendo uma calibrada para melhorar ainda mais a arrancada do modelo (com razão de 3.09:1).

Quem for fã do Challenger e encontrar um Redeye na rua não vai ter muito problema para identificá-lo. O carro conta com um kit aerodinâmico mais robusto, mas o que mais se destaca é o novo capô, com duas entradas de ar separadas em dois segmentos (em vez de um horizontal comprido, como no Demon).



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Dodge Challenger SRT Demon 2017


Depois de meses e meses de expectativa - e teasers - finalmente, a Dodge revelou o novo Challenger SRT Demon, o muscle car mais potente já produzido no mundo. Em um show cheio de pirotecnia, os músculos do novo esportivo foram apresentados por ninguém menos do que Vin Diesel, astro da franquia Velozes e Fuirosos. Mas nem mesmo ele, ofuscou o Demon. E prepara-se para a lista de superlativos desse carro.

A começar pelo seu motor: um 6.2 V8 HEMI  produz nada menos do que 852 cv de potência e absurdos 106,4 kgfm de torque. São números bem mais impressionantes que os alcançados pelo Challenger Hellcat, considerado até então o carro de produção mais potente já produzido pela marca, com 717 cv de potência e  89 kgfm de torque. 
     Ambos usam o mesmo V8, mas para equipar o Demon, o propulsor não foi apenas recalibrado. Para alimentar o "demônio", o motor ganhou mais de 25 novos componentes, entre pistões, válvulas, além de um novo sistema de injeção de combustível e um compressor mecânico mais poderoso. Tudo para aguentar uma maior compressão nos cilindros e mais pressão na hora da explosão. É claro que todo esse calor precisou de um sistema de refrigeração mais robusto. O curiso é que o Demon até usa o préprio sistema de ar-condicionado para resfriar o motor. 

       O Demon é o primeiro carro de produção a poder escolher o que vai beber: gasolina premium ou gasolina de alta octanagem, específica para carro de competição. E como faz para aguentar toda essa força bruta e apetite de asfalto? Bem, além de investir em uma transmissão parruda, um novo sistema de suspensão e eixo reforçado, a Dodge lançou mão de toda a ajuda que a eletrônica poderia dar para tornar o Demon passível de ser controlado.  As rodas de liga leve de 18 polegadas e parrudos pneus Nitto NT05R, de 315/40. Esse tipo de calçado garante maior aderência e aguenta o alto giro do motor nas arrancadas. Com todo esse conjunto, ele rápido: pode acelerar de zero a 100 km/h em 2,3 segundos, segundo a Dodge. Desempenho que o coloca entre os carros mais rápidos do mundo.







quarta-feira, 22 de julho de 2015

Dodge Charger Maximus

Vamos conhecer melhor o Charger usado naquela cena. Ele tem um V8 Hemi de 9,4 litros com dois turbos capaz de entregar até insanos 2.000 cv. E tem até nome próprio: Maximus. Soa apropriado.Apesar de ter ficado mundialmente famoso em Velozes e Furiosos 7, o Charger Maximus não foi feito para o filme, e sim para promover a oficina por trás dele: a Nelson Racing Engines, ou só NRE, preparadora californiana especializada em motores V8 gigantescos com dois turbos e potência na casa dos quatro dígitos. O carro foi apresentado ao público pela primeira vez no SEMA Show em 2013, quando ainda nem estava pronto — faltavam ainda diversos itens e acabamento e o acerto da mecânica.

o carro não teve a chance de demonstrar todo seu potencial. O que é uma pena, pois estamos falando de um muscle car capaz de cumprir o quarto-de-milha na casa dos oito segundos, de chegar aos 100 km/h em pouco mais de dois segundos e continuar acelerando até mais de 320 km/h.

O segredo está na estupidez do V8 Hemi debaixo do capô. Totalmente construído pela NRE, o big block é todo de alumínio e desloca nada menos que 9,4 litros, ou 573 polegadas cúbicas. Equipado com dois turbocompressores feitos sob medida operando a insanos 4,6 bar, o motor entrega mais de 2.000 cv quando alimentado com gasolina de corrida, de 116 octanas. A potência só foi arredondada para soar mais bacana. E soa mesmo.
Com combustível comum de alta octanagem (91 octanas), a potência é de mais modestos 600 cv. O detalhe é que, abrigados sobre o coletor de admissão, estão dois sistemas de alimentação — oito injetores para gasolina normal, e mais oito para o combustível de competição. O tanque de combustível de alumínio billet fica no porta-malas, e conta com um reservatório para cada tipo de combustível. O detalhe é que, por um seletor, o piloto pode escolher qual dos dois sistemas de alimentação será ativado.

O motor é acoplado a uma caixa Toyota R154, manual de cinco marchas — a mesma do Supra Turbo de terceira geração. Heresia? Provavelmente os mais radicais pensarão assim, mas o fato é que a transmissão dá conta do recado. E também tem aquela relação Toretto/O’Conner…
Se um conjunto mecânico tão absurdo é unanimidade, o visual do Maximus nos deixa divididos. Normalmente a gente prefere algo mais tradicional, mas é impossível ficar indiferente a um Charger 68 sem pintura, da cor do metal, com a carroceria impecavelmente lisa e sem qualquer marca de solda — pode procurar! A qualidade do trabalho é inquestionável.
De acordo com Tom Nelson, o criador do monstro, foram gastas 2.000 horas de mão de obra para modificar a carroceria, que foi alargada em 12,7 centímetros e, obviamente, feita toda em metal. O monobloco original foi mantido e teve o assoalho refeito, pois o original estava extremamente danificado. A carroceria foi reforçada com pontos de solda extras e gaiola.

O exterior recebeu uma camada de vinil transparente para não deixar o aço completamente exposto aos elementos e também segue a linha minimalista, porém com imponência. As rodas de 18 polegadas são de alumínio billet, feitas especialmente para o Maximus, e foram calçadas com pneus Mickey Thompson. A ideia era trocá-las por outras, de visual mais tradicional, mas no fim das contas Tom Nelson decidiu que estas, totalmente fechadas, combinavam melhor com o visual do carro para o filme. As fotos abaixo, do blog Revvology, dão uma noção melhor dos detalhes.O lado de dentro manteve as linhas gerais originais, mas o acabamento foi todo refeito em couro de primeira qualidade e metal. O visual é minimalista e funcional, com mostradores feitos sob medida (incluindo um velocímetro que marca até 200 mph, ou 320 km/h), sistema multimídia (que fica escondido quando não está sendo usado) e a gaiola de proteção à mostra. Em termos de suspensão, o Charger traz subchassi e eixo rígido four-link na traseira, tudo feito sob medida. Na frente, foi transplantado todo o sistema McPherson do Chevrolet Corvette C6.
Se o Charger Maximus já impressiona nos cinemas, imagine como é dirigi-lo nas ruas! Infelizmente, depois da estreia do filme, o carro desapareceu da mídia (apostamos que ele está recebendo um trato para o SEMA deste ano). Contudo, o vídeo abaixo traz uma pequena demonstração de seu poderio em ambiente urbano — sem para-brisa ou qualquer tipo de isolamento acústico. Mesmo em “baixa” velocidade, é assustador. No bom sentido.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O Cavalo e o Gato...


Faz um tempinho que não publico algo sobre carros aqui, não porque não quero mas a realidade é que ultimamente está muito contínuo, Sem novidades, a indústria está focada entre carros cada vez mais recheados de bugigangas elétricas e bólidos esportivos que dificilmente são vistos rodando por aí...
Será que ainda não entenderam o que realmente a galera Rodder gosta? Qual é a graça de produzir um carro de vitrine? e os elétricos heim... Cadê o cheiro de gasolina e aquele ronco que faz qualquer coração disparar? Nos últimos lançamentos mundiais quem ainda lembra o passado são os Americaníssimos Dodge e a Ford.
Estas duas marcas dispensam apresentações quando se fala em Muscle Cars, historicamente os motores super potentes estão no DNA de ambas.
Mas Falando do presente, O Ford Mustang que recebeu uma atualização estética recentemente tem tudo para fazer frente a concorrentes asiáticos e europeus. Vale lembrar que a linha Mustang tem várias versões especiais como GT500, KR, Boss...

Outro ícone americano, a Dodge, trouxe não só um mais dois grandes nomes de sua história, completamente atualizados e apimentados a dupla Charger e Challenger ganharam a versão HellCat que são nada mais, nada menos as versões mais potentes já produzidas pela marca.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Dodge Challenger SRT Hellcat 2015

 Há pouco mais de um mês, a Dodge revelou a peça que faltava na atualização do Dodge Challenger para 2015: o Challenger SRT Hellcat, com seu motor V8 supercharged.. A Dodge garantiu que o Hellcat é o Dodge V8 mais potente da história, mas dizia apenas que a potência era de “mais de 600 cv”. Mais quanto? Bem, agora a gente sabe. E a verdade é assustadora.
717 cv. Setecentos e dezessete cavalos. Você tem noção do que isto significa?

Que, entre os muscle cars topo de linha equipados com compressor mecânico, o Hellcat é o mais potente. O Shelby GT500, o mais estúpido dos Mustang, tem um motor V8 de 5,8 litros e 671 cv. O Camaro ZL1 tem um V8 de 6,2 litros e 588 cv. O Hellcat supera estes dois com folga.

E tem mais: ele é o muscle car produzido em série mais potente da história. Claro que existem o Shelby GT500 Super Snake, com até 861 cv, e o Shelby 1000, com mais de 1.100 cv, mas estes são pacotes oferecidos à parte e você precisa levar seu carro para a Shelby executar as modificações. E, mesmo que eles vendam os carros prontos, não são muscle cars produzidos em série.
Já o Hellcat é, de fato, uma versão do Challenger que você, em tese, pode ir até qualquer concessionária Dodge nos EUA e levar para casa.

O motor é um V8 Hemi de 6,2 litros — em essência, uma versão com curso reduzido do Hemi 6.4. Além dos 717 cv, o Hellcat também entrega 89,8 mkgf de torque. Contudo, o carro tem duas chaves: uma vermelha e uma preta. Para liberar toda a cavalaria, você tem que usar a chave vermelha — a preta é uma espécie de “modo valet” e, com ela, a potência é limitada a “apenas” 500 cv. Vale lembrar que, segundo a Dodge, 90% dos componentes do motor são novos — entre eles, o virabrequim é de aço forjado e os pistões e bielas de liga, também forjados. A responsabilidade de levar toda esta força para as rodas traseiras pode ser do câmbio automático Torqueflite de oito velocidades ou, para quem não tem medo de morrer, do câmbio manual de seis velocidades Tremec T6060 — o mesmo do Viper. Os dados de desempenho ainda não foram divulgados

domingo, 5 de fevereiro de 2012

DODGE CHALLENGER "Beddest" 1970



      Este Dodge Challenger 1970 passou por uma verdadeira metamorfose passando a ser chamado de Challenger Beddest, o projeto teve início com a adaptação de todo o kit aerodinâmico além dos faróis de BMW e a grade personalizada condicionando um visual mais limpo e moderno e alargamento dos para-lamas para receber as imensas rodas da marca Budnik calçadas com pneus Pirelli sendo as dianteiras de 20x9 e traseiras de 22x12. O capô personalizado com entradas de ar alimenta o enorme motor HEMI 528 de alumínio capaz de gerar 775HP através de um câmbio manual trans de 5 velocidades. 
        O console abriga instrumentos de verificação da Auto Meter, outro destaque deste Challenger é a pintura personalizada PPG, deixando esta máquina tão exclusiva que foi selecionado entre finalista dos Top 5  para a Máquina de rua do ano 2010.









Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...