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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Harley-Davidson: Pan America e Bronx

A Harley-Davidson mostrou, no Salão de Milão, seus conceitos prontos para produção Pan America e Bronx, com motor Revolution Max desenvolvido para as motos e freios Brembo. Aventureira, a Pan America tem motorização de 1250cc com estimativa de potência de 145cv e torque de 12,44 kgf.m. A streetfighter Bronx tem motor 975cc com ainda estimados de 115cv de potência e 9,68 kgf.m de torque, Vale lembrar que tanto a Pan America quanto a Bronx poderão vir com estas duas configurações de motor. 
Anunciados pela primeira vez em julho de 2018, na apresentação do plano “More Roads to Harley-Davidson”, os dois novos modelos serão lançados no final de 2020 em mercados internacionais. 

Os novos motores Revolution Max, de refrigeração líquida, são em V de 60 graus entre os cilindros que oferece espaço para os corpos do acelerador montados de forma que maximizam o fluxo de ar e aumentam o desempenho, segundo a montadora. Tem contra-balanceador interno que cancela a vibração do motor para aumentar o conforto do piloto e melhorar a durabilidade do veículo. Como nem tudo é do agrado de todos, alguns já chamam a Bronx de "nova Buell"... O que vocês acham? serão bem aceitas aqui no Brasil? 


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Confederate FA-13 Combat Bomber


A norte-americana Confederate, marca conhecida pelas motocicletas de design exótico com inspiração aeronáutica e preço salgado, revelou neste fim de semana a FA-13 Combat Bomber, sua mais recente criação. A moto é produzida de maneira artesanal  e limitada a apenas 13 unidades vendidas pela bagatela de 155 mil dólares, o equivalente a quase R$ 500 mil. O novo modelo também representa o ponto final na história da fabricante.
Como de costume nas motos da Confederate, a FA-13 Combat Bomber tem linhas totalmente fora do comum e tem seu chassi esculpido diretamente de peças utilizadas pelos militares dos Estados Unidos na construção de aviões. O acabamento em preto fosco também faz alusão aos caças “invisíveis” da Força Aérea norte-americana.
A nova moto é equipada com um propulsor de dois cilindros em V de 2.163 cm³e arrefecido a ar. Os números de desempenho, no entanto, são ligeiramente maiores do que os da P51 Combat Fighter – modelo que a marca produz atualmente e está em suas últimas unidades disponíveis -, 150 cv de potência máxima na casa das 5.000 rpm e o  torque impressionante de 22,8 kgf.m já por volta dos 2.000 giros.

Despedida em grande estilo
FA-13 Combat Bomber não é apenas a nova moto da Confederate, é também sua última. Em entrevista ao jornal californiano Los Angeles Times, o fundador e CEO da marca, Matt Chambers, revelou que a marca será reformulada e passará a se chamar Curtiss Motorcycles em homenagem a Glenn Curtiss, aviador dos Estados Unidos que estabeleceu recordes de velocidade em duas rodas com motos de fabricação própria.
O motivo? A rejeição da maioria dos estadunidenses á figura dos Confederados personagens da Guerra Civil americana e normalmente ligados à direita radical do país. “Acredito que perdemos uma série de negócios por causa desse nome”, disse Chambers ao periódico de Los Angeles. Ao todo, a Confederate comercializou 1.300 motos a um público seleto que inclui o ator Tom Cruise.
E a marca não vai apenas mudar de nome. O CEO Matt Chambers ainda confirmou uma parceria com a Zero Motorcycles para o fornecimento de motores, que serão utilizados em um novo modelo. Uma vindoura custom elétrica, que deverá ter o nome de Hercules.
A Bomber, então, representa o fim de uma era do motociclismo nos Estados Unidos, sobre a qual Chambers relacionou com o baque sofrido pelas motos do país com a chegada dos modelos japoneses“Então, de repente, é 1970. A era das grandes e musculosas motos americanas com cilindrada exagerada, bastante torque em baixa rpm e com a simplicidade do arrefecimento a ar chegou ao fim. Com a Combat Bomber, nós vamos sair com um estouro e sem lamentações”, finalizou.






segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Confederate G2 P51 Combat Fighter

 


A norte-americana Confederate apresentou a segunda geração de seu modelo P51. A G2 P51 Combat Fighter tem motor V-Twin a 57º refrigerado a ar/óleo com 2.163cc, 200cv de potência e torque de 230Nm. Serão montadas somente 61 unidades. Por cerca de 99.000 €, 31 delas são denominadas versão “blonde”. As demais 30, batizadas “black”, terão acabamento anodizado em preto e saem por 103.000 €.
O motor e o quadro são feitos em liga de alumínio, manganês e silício, denominado alumínio aeronáutico de série 6. O câmbio é de cinco marchas e o tanque de combustível, também produzido em alumínio, tem capacidade para 14 litros. O peso total a seco é de somente 226 kg.
O modelo tem 1.588 mm de distância entre eixos e os pneus Pirelli medem 120/70-19 na dianteira e 240/45-17 na traseira. Foi desenhado por Pierre Terblanche, aclamado designer da indústria dos motos, que atualmente trabalha para a Royal Enfield. Um dos destaques do desenho são as “janelas” em acrílico que permitem ver o conteúdo do tanque de combustível e do reservatório do óleo.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

CBX Wide Boy

      Você quer conhecer um novo tipo de moto café racer? Faça como Larry Houghton: pegue uma Honda CBX de 6 cilindros de 1983, construa um quadro completamente novo, com formatos diversos e em vários ângulos, fazendo com que ele lembre bastante um origami, com folhas dealumínio de 1 polegada de espessura e acrescente rodas Marchesini aro 17 de umaDucati 996. Crie uma frente radical, mas conserve braço oscilante de outra Ducati, a916. Pronto.



Pouca coisa restou da Honda CBX na Wide Boy, basicamente o motor (DOHC, 24 válvulas, 4 tempos, 6 cilindros em linha, refrigeração a ar, partida elétrica, 1047 cc) e a caixa de câmbio (5 velocidades), e é por causa do motor tão grande que ela foi apelidada de ‘Wide Boy’, que na nossa língua significa algo como ‘Menino Grande’. Achei muito justo esse apelido. Com certeza o sistema de escape sinuoso, com seis saídas, uma para cada cilindro, é um ponto alto desta bela café racer. Demorou três semanas para que os escapamentos todos fossem concluídos e foi preciso utilizar sete metros de tubo de aço inoxidável.
Já que essa motocicleta chama tanto a atenção por causa do seu quadro angular e suas belas rodas, a pitura realizada sobre ela é bem discreta, um pouco de bronze com base preta, um pouco de prata “desgastado” e um toque de laranja. Um esquema de cores “coincidentemente” bem parecido com a pintura original da Honda CBX, que gera 106 cavalos de potência a 9.000 rpm e apresenta um torque de 8,6 kgf.m a 8.000 rpm.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Yamaha XJR1300 ‘Rhapsody In Blue’



"Kieno nos representa!" Foi esta afirmação que um dos diretores da Yamaha fez ao ver esta máquina pela primeira vez, e não é por menos... 
A Yamaha XJR 1300 por sua natureza podemos classifica-la como uma moderna naked com visual clássico, inspirado nisso Kieno deu a esta moto uma mescla de estilos a começar pela chamativa suspensão dianteira do tipo Springer que para pessoas "normais" é um item exclusivamente das Customs. Para segurar esta máquina foram introduzidos poderosos freios da marca Brembo que vão desde as manetes até as pinças...
Sua ideia está baseada claramente em uma Café Racer, para isso o tanque foi redimensionado e o conjunto banco/rabeta foram personalizados ao estilo que também ganhou uma lanterna de um clássico MG...
O guidom está mais aberto lembrando uma Streetfighter...
Segundo a própria Yamaha Kieno inspirou-se nas máquinas apimentadas de rua na década de 90 com seus quatro cilindros em linha refrigerados a ar, eram o terror das Hondas, Suzukis e Kawasakis...

Kieno Cycles: Conheça um pouco deste gênio da customização que como poucos teve como tutor Indian Larry... (VEJA MATÉRIA)
O escapamento lembra as famosas Scramblers...


terça-feira, 13 de maio de 2014

CB 750F Streetfighter

      Nascida na década de 70, essa galo ganhou um banho de loja que a deixou linda, uma trintona com cara de menina e jeitão de nervosa. Veja como ficou essa clássica com pitadas de modernidade!
Desde os nove anos, quando possuía uma antiga Garelli, Michelli Meschino Júnior, um engenheiro civil de 40 anos, sempre vislumbrou deixar suas máquinas ainda mais radicais. Apaixonado por motocicletas como muitos de nós, após ter visto um trabalho que deixou também uma 750 antiga com visual mais moderno, Michelli decidiu que queria algo parecido, e há três anos comprou uma CB750 F ano 75, modelo 76. No momento da compra, a CBzona estava original, mas apenas em estado razoável, necessitando pequenos reparos e cuidados, o famoso trato de quando se compra uma moto.
Sua idéia era transformar sua moto numa Streetfighter, deixando-a mais agressiva e esportiva, mas mantendo elementos originais que dão identidade a belíssima motoca.
 
      Seguindo essa filosofia, as modificações feitas buscam um padrão de originalidade, sendo o acabamento das modificações, digno de uma moto que saiu da fábrica, dando a muitos a impressão de que a moto é nova, algo como uma releitura de um modelo antigo ou mesmo o lançamento de uma motocicleta estilo retro.

       O criativo engenheiro procurou fazer tudo da maneira mais minuciosa possível, apesar de aparentemente estar em bom estado, o motor foi aberto para checar se estava tudo em ordem, e apenas embreagem e corrente de comando foram trocados. O acabamento do motor, após um polimento, ficou impecável, contribuindo e muito para a ótima aparência da moto.

      Pensando em um visual mais agressivo, mas sem destoar do design da motocicleta, o engenheiro idealizou um belo banco, que devido as suas formas, permite que a integração com a rabeta seja harmoniosa, sem falar na textura, que, além de ser mais aderente, dá um tom nervoso à bela motoca. Já a parte de pintura ficou a cargo da Design, empresa especializada em pinturas muito elogiada pelo proprietário da CB com cara brava.
 

 PASSAPORTE PARA A ALEGRIA:A fim de chegar a um resultado que deixasse sua moto não só com um visual arrasador, mas também com estética que tivesse funcionalidade, providenciou peças que fazem a diferença. E que diferença! Na frente, lindas e eficientes bengalas invertidas oriundas da Kawazaki ZX-9, montadas em largas mesas, cumprem o papel com folga, dando um banho de eficiência e contribuindo para uma ciclística irrepreensível. Para completar o capítulo suspensões, a traseira, antes composta por um quadro elástico de aço tubular e dois amortecedores simples, recebeu nada mais nada menos que um quadro elástico em alumínio com amortecedor monochoque cedido por uma superpotente CBR 1100 XX BlackBird. Suficiente? Não tenho dúvidas que sim!
 
      Sóbrias e ao mesmo tempo agressivas, as rodas de ZX-9 na cor preta combinaram perfeitamente com o restante da moto, ainda mais por serem calçadas com os pneuzões que equipam originalmente a CB 600 F Hornet, mas medidas de 120/70-17 na frente e 180/60-17 na traseira.

      Fechando o pacote de extravagâncias, o sistema completo de freios da ZX-9 foi instalado. São nada mais do que dois enormes discos de 320mm na frente, com duas pinças de quatro pistões cada, e um disco traseiro de pinça simples, que garantem uma frenagem violenta. Levando em conta que essas suspensões e freios são utilizados em motos mais pesadas, muito mais potentes e velozes, fica nítido para qualquer um que todo esse conjunto é super dimensionado para moto, trabalhando com folga e convidando ao abuso, podendo ser facilmente chamado de “passaporte da alegria”.

MISTURANDO TUDO PARA VER NO QUE VAI DAR As modificações utilizando peças de motocas nervosas não param por aí, na frente, um bonito para-lama dianteiro na cor da moto caiu feito uma luva, não destoando do resto da motocicleta. Os suportes e as pedaleiras traseiras, de CBR 900 RR, ficaram muito bem, dando a impressão de que são originais da motoca. Além da função de apoio para os pés, o suporte do lado direito serve também para fixação do escapamento. Aproveitando isso, Michelli desenhou uma ponteira muito bonita, com um visual que tem tudo a ver com sua máquina e que posteriormente foi fabricada sob encomenda na conhecida fábrica de escapes esportivos Torbal. O resultado é indefectível. Já as pedaleiras dianteiras, pedal de freio e de câmbio também possuem bom design, e a doadora foi uma Yamaha FZR 1000. É mole ou quer mais? Um ponto importante a ser citado é que Michelli fez questão de adquirir todas as peças provenientes das motocas importadas com procedência, sendo que todas elas possuem nota fiscal dos desmanches onde foram compradas.

NAS ENTRELINHAS As alterações profundas na ciclística, por ter sido muito bem-executadas, não são impactantes, e o resultado da adaptação é harmônico. Talvez por isso, muitos não imaginam a complexidade do projeto e o trabalho que exigiu. A mais complexa ficou por conta da suspensão traseira. Para adaptação da suspensão monochoque, foram necessários a eliminação completa da caixa de filtro de ar e um completo remanejamento de elementos como bateria, caixa de fusíveis e componentes da elétrica da motocicleta como o retificador de voltagem, tudo isso para que o grande e único amortecedor pudesse ser fixado no espaço onde essa parafernália anteriormente descansava. Para que a altura da moto não ficasse nem muito alta, nem tampouco baixa, vários cálculos foram feitos antes que os suportes do amortecedor fossem fixados de vez, levando em conta inclusive a altura da moto com garupa.

       Pelo fato do quadro elástico ser mais longo, a distância entre eixos cresceu, exigindo uma corrente mais longa. Para sanar o problema e acrescentar mais beleza ao conjunto, uma corrente dourada da marca italiana Regina foi escalada para fazer o “meio de campo” entre o pinhão e a bela corroa de acabamento na cor preta. De adaptação razoavelmente fácil, adaptadores foram instalados junto à mesa superior, para que um guidão tipo Fat Bar, cujo diâmetro do tubo é mais grosso que o habitual, pudesse ser utilizado. O resultado não poderia ser melhor. E para dar um toque final com charme, espelhos retrovisores com um “look” invocado ajudam a moto a se tornar ainda mais exclusiva. O custo de restauração e transformação da CBzona foi relativamente alto, afinal houve investimento para deixar a moto como nova, sem esquecer o custo das peças importadas e de suas respectivas instalações, mostrando que a motoca exigiu de seu proprietário não só um investimento razoável, mas muita paciência.

SENTINDO A EMOÇÃO DE UMA BRIGA DE RUA A sensação de se rodar com a CB 750 F Streetfighter é emocionante, uma mistura de nostalgia com modernidade. A diferença entre a moto original e a transformada em Streetfighter é muito grande, começando pelo conforto que é ligeiramente maior na moto com configuração original. No entanto, se no conforto há uma pequena perda, na estabilidade há um grande ganho.

        Devido às ótimas suspensões, originárias de superesportivas, cujo funcionamento é infinitamente mais eficiente que o das que equipavam os modelos da década de setenta, a moto absorve melhor as irregularidades. Outro fator que contribuiu para que essa moto faça curvas dignamente foi o aumento considerável da distância entre eixos, o que ocasionou um deslocamento do centro de gravidade mais para frente da motocicleta, deixando-a mais à mão durante as curvas. Por fim, a adoção de rodas menores com pneus largos e de baixo perfil promoveu mais aderência e contato com o solo. Rodando com a motocona, não é difícil se imaginar em cima de uma outra moto, pois a sensação de segurança, mesmo em pilotagens esportivas, é total.

Por falar em segurança, freio é o que não falta nessa máquina, progressivos e super-dimensionados para o desempenho e peso da motocicleta. Apesar de um grande investimento na ciclística visando à estabilidade da motocicleta, principalmente em altas velocidades, o motor não sofreu qualquer preparação, a não ser pela adoção dos carburadores da CBX 750 F levemente trabalhados e filtros de ar de performance. Para se ter uma idéia de quanto essa moto é divertida, basta dizer que Michelli também é dono de uma ZX9, mas entre a esportiva super veloz e a carismática CB de briga, ele diz não ter nenhuma dúvida, prefere a CBzona… Acho que ele não é o único!


CRÉDITOS: Revista Moto Fúria
Owner: Laner Azevedo

terça-feira, 22 de março de 2011

Iron Gixx: Street bike



A "Iron Gixx" é uma moto supre radical preparada pela Showyo Moto, empresa canadense, a partir de uma Suzuki GSX-R 1000 2007 que recebeu ares assustadores.

A moto é uma uma "street bike radical", se é que podemos tentar enquadrá-la em uma categoria, entre outras modificações, conta com Power Commander, escapamento modificado, guidão da Chaft, discos de freio lobulados, conjunto ótico com lâmpadas de xênon, painel de instrumentos Acewell ACE 3900, entre inúmeros outros ítens, como se pode perceber.









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