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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Oficina: Rebaixador de suspensão traseira

Hoje vamos para a oficina e o assunto do dia é o rebaixamento da suspensão traseira. Tenho visto muitos interessadas nos grupos relacionados no Facebook e inúmeras soluções que algumas delas em  pode-se tornar um problema. Uma dessas "soluções" é uma espécie de alongador de metal que é instalado junto a balança, esta peça alonga o amortecedor e o deixa mais inclinado que o normal, pois bem, a moto fica visualmente baixa e bonita aos nossos olhos e é baratíssimo!!!

Existem dois aspectos a serem pensados antes de iniciar não só essa mas outras fases de customização que de certa forma devem haver um consenso, o primeiro é o bom funcionamento e garantia de segurança do conjunto/projeto e o segundo o financeiro.

Neste caso da suspensão traseira rebaixada vou citar um caso concreto que aconteceu com um dos nossos clientes. Este cliente orçou conosco um kit de amortecedores Progressive de 11" e se assustou com o preço (algo em torno de R$ 1.900). Depois disso ele viu em um grupo de "mexânicos" no Facebook um "Kit de rebaixamento" por apenas R$ 100,00 e não pensou duas vezes e instalou! com pouco mais de 4 meses este alongador simplesmente quebrou! Como não havia curso na suspensão ela se tornou praticamente uma hardtail e este alongador certamente não duraria pr muito tempo as pancadas, em resumo ele se acidentou e teve perca total com a moto.

Assim como esta existem várias outras gambiarras fabricadas nas garagens Brasil a fora prometendo soluções baratas para seu projeto que podem custar sua vida! Antes de comprar qualquer peça ou acessório certifique-se de que o mesmo é compatível com a sua moto e sua procedência/qualidade.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

GARAGEM: Manutenção do fluido de freio

A manutenção do fluido de freio as vezes é esquecida. Tão importante quanto a troca de óleo do motor (senão mais) tem grande importância para o bom funcionamento dos freios.
O fluido de freio é um composto sintético ou semi-sintético. Suas principais características são a capacidade de não se comprimir, suportar altas temperaturas e (infelizmente) de absorver água com o tempo. O contato com o ar gera umidade no fluido.

Assim, com o passar do tempo, há um aumento na quantidade de água no fluido. O sistema de freios trabalha em altas temperaturas. Um fluido novo (ou em bom estado) suporta com segurança, o acionamento constante do sistema de freios. Mas com o tempo e uso, o fluido contido dentro do reservatório, absorve umidade do ar e se altera. E isso altera consideravelmente a sua composição, baixando assim seu ponto de ebulição (fervura).
Nos momentos onde o sistema de freio for mais exigido como descida de serra ou estradas com curvas sinuosas, a elevação da temperatura do sistema de freios provocará a diminuição do ponto de ebulição, pois apenas 1% de água misturada no fluido pode baixar até 50ºC o ponto de ebulição. Na prática, isso significa que em situações de uso intenso do freio, o fluido pode ferver. E o gás dessa fervura fará o sistema falhar. Assim o pedal vai baixar e a frenagem pode não ser eficiente.
Fique atento, faça manutenção de seu fluido de freio, segurança em primeiro lugar

quarta-feira, 4 de abril de 2018

legislação: Sobre Escapamentos esportivos

Existem muitas dúvidas e questionamentos (principalmente nas redes sociais) a respeito do uso de escapamentos Esportivos. Abaixo selecionamos algumas perguntas e respostas que certamente são comuns a todos, independentemente da moto ou cilindrada, lembrando que vale a pena consultar o CTB para qualquer assunto relacionado a alteração de características da sua moto

1) É permitido utilizar escapamentos esportivos?
Não há nenhuma lei que proíba a utilização ou regulamente a utilização de escapamentos esportivos, por essa razão ocorrem divergências na interpretação da lei, que diz que o veículo não pode ter suas características alteradas. Porém, se tomarmos em consideração que um escapamento esportivo cumpre as mesmas funções que um original, ou seja, levar os gases do motor para fora do motor de maneira segura e contínua, mantendo a compressão do motor e controlando a emissão de ruídos, temos que,o que está havendo é um simples equívoco por parte dos agentes de trânsito no ato da fiscalização.
Assim, de acordo com a resolução CONAMA nº 252/1999, artigo 5º:
“§ 1o Os sistemas de escapamento, ou parte destes, poderão ser substituídos por sistemas similares, desde que os novos níveis de ruído não ultrapassem os níveis originalmente obtidos e declarados pelo fabricante do veículo, conforme Resoluções CONAMA nos 1, 2, e 8, de 1993, e os estabelecidos na TABELA 1.”

2) Os escapes esportivos atendem às normas de ruído?
Evidente que seria impossível generalizar essa resposta, porém, fica claro que as empresas sérias do ramo de reposição de moto peças tem essa preocupação e disponibilizam produtos que atendam as especificações exigidas por lei.

3) Existe algum selo do INMETRO?
Não existe, pois o INMETRO não é o órgão responsável pela certificação dos escapamentos esportivos. Não existe ainda uma regulamentação específica para este segmento.

4)Terei problemas com a Lei se utilizar escapamentos esportivos?
A empresa fabricante de escapamentos esportivos não pode se responsabilizar por erros cometidos pelos agentes fiscalizadores. Apenas garantimos que nossos produtos, quando saem de fábrica, são testados e atendem as exigências das normas de ruído:

99 dB para motos fabricadas até 31/12/98;
A partir de 1/1/99 – máx. 3 dB acima do descrito no manual original do fabricante.

5) Fui multado por excesso de ruído, o que devo fazer?
Após o recebimento da notificação e da multa, você deve entrar com recurso com base no enquadramento legal dentro das especificações de ruído.
Se o pedido for indeferido em 1ª. Instância, entrar com defesa para 2ª Instância.
É muito importante observar se o agente utilizou algum aparelho para medição, bem como todos os procedimentos exigidos por lei, conforme segue:

* Norma NBR 9714/2000 e o artigo 280 do Código Brasileiro de Trânsito que diz: “Seção I Da Autuação, § 2º - A infração deverá ser comprovada por declaração da autoridade ou do agente da autoridade de trânsito, por aparelho eletrônico ou por equipamento audiovisual, reações químicas ou qualquer outro meio tecnologicamente disponível, previamente regulamentado pelo CONTRAN”.

* Resolução CONAMA nº 252/1999, Art 1º § 4o - Para fins de inspeção obrigatória e fiscalização de veículos em uso, os ensaios para medição dos níveis de ruído deverão ser feitos de acordo com a norma brasileira NBR 9714 - Ruído Emitido por Veículos Automotores na Condição Parado - Método de Ensaio, no que se refere à medição de ruído nas proximidades do escapamento, utilizando-se equipamento previamente calibrado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO ou laboratórios pertencentes à Rede Brasileira de Calibração-RBC, observada a seguinte alteração no tocante à velocidade angular do motor, que deverá ser estabilizada nos seguintes valores, onde N é a máxima velocidade angular de potência máxima do motor, sendo admitida uma variação máxima de ± 100 rpm.

O que claramente significa que o agente não pode simplesmente submeter a motocicleta a uma alta aceleração e de “ouvido” realizar um teste de emissão de ruídos.

ATENÇÃO! Legislação para consulta e embasamento:
*CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (CTB), Art. 230, 280;
*RESOLUÇÃO CONAMA Nº 252 DE 1/2/1999;
*RESOLUÇÃO CONAMA Nº 256 DE 30/6/1999;
*CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN);
*ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 9714/2000.



quinta-feira, 15 de março de 2018

Como limpar seu capacete

Item obrigatório para motociclistas, ter um capacete seguro e regulamentado é fundamental para o seu dia-a-dia. Depois de fazer a escolha do modelo preferido, é necessário manter a limpeza em dia para preservar sua saúde e a durabilidade do capacete. O seu interior pode acumular ácaros e micro-organismos, por conta da umidade e do calor, mesmo no inverno. A falta de higiene com o equipamento pode acarretar doenças de pele e respiratórias. O ideal é limpá-lo pelo menos uma vez por semana, principalmente se o uso for diário. Capacete é um equipamento de uso individual, por isso é recomendado nunca compartilhá-lo com ninguém. Se você ainda tem dúvidas sobre qual a forma correta para limpar o seu capacete? Confira as dicas abaixo e realize uma higienização eficaz que garanta, além de segurança, uma boa saúde para você:
Com forro removível
Retire o forro com cuidado e lave com as próprias mãos usando água morna e detergente neutro ou shampoo infantil. Deixe secar na sombra e em local bem ventilado.
Com forro fixo
Utilize um pano úmido em água morna e detergente neutro ou shampoo infantil, passando sobre todo o interior do capacete. Deixe secar com o casco virado para baixo e na sombra. Altas temperaturas podem danificar a estrutura do capacete, por isso nunca deixe secando ao sol. Não utilize secador de cabelos, porque o calor pode danificar algumas partes coladas
Não mergulhe na água
A água pode penetrar no interior do capacete, atingindo e danificando os metais da estrutura. Além disso, caso a água se acumule em locais de difícil secagem, a umidade no interior do capacete aumenta, assim como os riscos de proliferação de bactérias.
Limpeza Externa
A parte exterior do capacete também pode ser limpa. O tratamento é o mesmo feito nas partes pintadas de uma moto, limpando com água e sabão neutro. Depois, é importante polir a viseira e aplicar cera no casco para manter a beleza e a durabilidade. Se tiver marcas deixadas por mosquitos no casco ou viseira, use um rolo de toalha de papel, daqueles de cozinha. umedeça o papel com água e sabão neutro e deixe sobre o lugar sujo por um tempo. Use toalha de papel para secar também.
Nas ranhuras, use uma escova de dentes macia e velha. Lubrifique as partes articuladas com silicone ou WD40.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Harley-Davidson Milwaukee-Eight 107 e 114

A Harley-Davidson anunciou a nova linha de motores Milwaukee-Eight 107 e 114 com 1.750 cm³ e 1.870 cm³ que serão utilizados em modelos 2017 da marca. O Milwaukee-Eight 107 terá uma versão arrefecida a ar para os modelos Street Glide, Road Glide, Electra Glide Ultra Classic, Road King e Freewheeler. O mesmo 107 terá ainda outra versão, com refrigeração mista que utiliza água para resfriar apenas o cabeçote, para a Road Glide Ultra e o triciclo Tri Glide Ultra.
O Milwaukee-Eight 114 será instalado nos modelos com performance mais esportiva da divisão CVO (Custom Vehicle Operations). Os primeiros modelos a receber o novo propulsor serão CVO Limited, CVO Street Glide e CVO Breakout.
Nas primeiras informações divulgadas pela montadora norte-americana, a Harley-Davidson diz que o motor tem 10% mais torque pois tem taxa de compressão mais alta e quatro válvulas por cilindros. O fluxo de admissão e exaustão, segundo a montadora, é 50% maior. A vela é de dupla centelha, que melhora a queima de combustível e o consumo.

A montadora afirmou no lançamento dos motores que também trabalhou na vibração de seus modelos coma montagem sobre coxins e balanceiro interno que reduz 75% da vibração no ponto morto.

O gerenciamento de energia também receberá melhoramentos nas versões 2017. Um novo alternador dos Milwaukee-Eight entregam 50% mais potência para a bateria. Com isso, aumenta a capacidade para a demanda dos modelos Touring que possuem diversos sistemas como o cde som, por exemplo, que consomem muita energia.
A companhia também alterou o gerenciamento de calor dos motores, uma costumaz reclamação dos clientes sobre como eles esquentavam as pernas. Para isso, reprojetou o sistema de exaustão, o catalizador e a saída de escape do cilindro traseiro. O ponto morto do motor passou de 1.000 rpm para 850 rpm.

Os amortecedores traseiros passam a oferecer entre 15% e 30% mais ajuste de pré-carga por meio hidráulico com um seletor deixando de lado o sistema anterior a ar e que solicitava uma bomba para o ajuste.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

RSD Bike Builder

Agora você poderá personalizar sua HD Sportster com suas peças favoritas da americana Roland Sands Design, Disponível apenas para IOS o App é gratuito em sua iTunes store.
 Por enquanto o App é apenas para a linha Sportster, em breve contará com as linhas Softail, Dyna e muito mais! Além de customizar sua bike o Aplicativo possui links rápidos para fotos, vídeos, Peças e Vestuário  RSD, outra novidade é o indicador digital Read-Outs para a maioria das harleys a partir de 2001. Também há o modo GPS que lhe auxilia a calcular trajetos de localização. Quer mais? ... Sim! outro recurso é o envio de códigos de diagnóstico (DTC) para seu e-mail pessoal, Certamente é muito útil e vale experimentar, e o melhor: é grátis!!! Experimentou? Diga-nos o que achou...
Algumas que criei...


terça-feira, 31 de maio de 2016

RECALL: Harley-Davidson Dyna Low Rider

A Harley-Davidson do Brasil anunciou nesta segunda-feira (30) um recall da Dyna Low Rider, modelo 2016, por causa de um problema no interruptor da ignição, que pode causar desligamento da motocicleta em movimento.
CHASSIS ENVOLVIDOS
De 9321GN4J0FD300004 a 9321GN4J9FD321076
De 9321GN4JXFD301810 a 9321GN4JXGD301386
De acordo com a fabricante, a vibração do motor pode danificar o interruptor da ignição. Neste caso, o desligamento inesperado da motocicleta pode causar acidentes. As unidades envolvidas foram produzidas em 2015, mas já são modelo 2016. Os proprietários deverão realizar o conserto gratuito em um concessionária da marca. Em caso de dúvida, é possível entrar em contato com a Harley-Davidson por meio do telefone 0800-724-1188.
Não existe prazo
Uma vez anunciado o recall, não existe limite de data para fazê-lo. O que pode ocorrer é a montadora determinar uma data de início do atendimento, e não uma para o fim.
Qualquer problema como demora no agendamento, lentidão no reparo e mau atendimento deve ser denunciado no Procon local.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Rodando em Grupo

Quando se fala em pegar a estrada algumas dicas de pilotagem e formação são necessárias para uma viagem tranquila, nos tópicos abaixo é possivel entender melhor esta estrutura. 

Líder: É o motociclista responsável por guiar todo o comboio, e seus sinais serão
copiados e repetidos por todos os integrantes do grupo. Deverá ser o motociclista que  melhor conheça o trajeto a ser percorrido e que tenha experiência também. O líder deverá manter a velocidade previamente estabelecida entre os membros do comboio.

Comboio: Existe para a segurança de todos. O modelo de formação do comboio é idêntico ao grid de largada de uma corrida de Fórmula 1, ou seja, as motos seguirão em duas filas indianas paralelas e intercaladas, evitando-se o emparelhamento de motos. Desse modo é permitido a todos, quando necessário, realizar frenagens e desviar de obstáculos sem comprometer a segurança dos companheiros.


Ferrolho: Motociclista que irá na última posição do grupo. De preferência deve ser um piloto que tenha uma das motos de melhor desempenho no grupo e que seja experiente. O ferrolho deverá zelar pela unidade do grupo como, por exemplo, procurar evitar que ocorra espaçamento acentuado entre as motos, permitir a entrada de veículos estranhos ao grupo no comboio, entre outras funções que venham a ser discutidas e determinadas pelo grupo.

Convidado e/ou Novato (em alguns lugares também conhecido como Neófito): É aquele motociclista novato no grupo, que estará sob observação. Este viajará sempre no final do comboio, entre dois motociclistas experientes, que ensinarão todos os sinais utilizados pelo grupo, quando forem feitos.




terça-feira, 14 de abril de 2015

Câmbio "Suicida"

 Propriamente chamado de câmbio manual, os termos "câmbio de tanque", "câmbio suicida", "slap-shifter" e "câmbio de cavaleiro" se referem a uma transmissão que exige que o piloto remova uma mão do guidão da moto para selecionar e trocar a marcha. A Harley-Davidson Panhead, introduzida em 1949 para substituir a Knuclehead, ofereceu o câmbio de tanque durante toda sua produção.

História da alvanca manual
A alavanca manual era comum na maioria das motocicletas produzidas a partir de sua invenção, até a década de 50. Na maioria das utilizações, uma embreagem operada pelo pé era apertada enquanto a marcha era selecionada na alavanca da mão. O projeto viu um renascimento na indústria de motos personalizadas, onde remete a eras passadas e traz um sentimento nostálgico.
Disposição típica
A alavanca de câmbio era montada no lado esquerdo do motor, conectada na parte de baixo por um sistema de alavancas ao seletor de marchas da transmissão. A parte superior da alavanca costumava se projetar para cima através de uma porta entalhada similar à caixa de câmbio de carros modernos onde uma alavanca estilo tiptronic é usada.
Panhead da Harley-Davidson

As Panheads foram introduzidas em 1949 e receberam esse nome do público, pois as coberturas de válvula no topo de cada cilindro lembravam formas ("pan") de bolo. Em pouco tempo, as motos se tornaram base para personalizações. Com o retorno dos aviadores da 2ª Guerra Mundial e o subsequente nascimento dos clubes e cultura dos helicópteros, a ideia da ligação com o câmbio de tanques se tornou indesejada para alguns. Pilotos que desejavam reduzir o peso - e, alguns diriam, a aparência desordenada da carenagem - encurtavam a alavanca ao lado do tanque de forma que a mudança de marcha era feita diretamente na caixa de câmbio. A substituição da Knucklehead pela Panhead trazia outra mudança profunda: cilindros de alumínio foram trocados pelos de liga de alumínio. Anteriormente, as demandas do período de guerra tinham restringido a disponibilidade de alumínio, mas o fim dos conflitos fez com que aviões excedentes fossem derretidos e a matéria prima ficou amplamente disponível para reutilização.
Câmbios manuais na Panhead
A combinação de alavanca manual e embreagem no pedal foi usada pela primeira vez pela Harley-Davidson em 1915, e a embreagem na mão foi introduzida na Panhead de 1952. Antes desse ano, a fabricante usava apenas uma embreagem no pé esquerdo para soltar a transmissão e o câmbio de tanque na mão esquerda para selecionar as marchas. A disposição inversa foi lançada como opcional e ambas as versões estavam disponíveis na Panhead até o fim de sua produção em 1965. Após dois anos da estreia, a embreagem na mão e câmbio no pé já vendia mais que o estilo antigo em uma proporção de 2 para 1.
Embreagens suicidas
Cabe destacar que câmbio suicida e embreagem suicida são diferentes. A embreagem era operada pelo pedal do pé que dava ao piloto a opção de colocar os dois pés no chão ou segurar a embreagem operada pelo pé esquerdo. Isso significava que o piloto devia escolher entre priorizar o equilíbrio ou desengatar as marchas, uma dúvida particularmente complicada em cruzamentos.











quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Oficina H-D: Como identificar os códigos do motor de uma Harley-Davidson


     
Aquela pequena luz vermelha no seu velocímetro geralmente não tem muito a dizer, desligando-se assim que você a perceba. No entanto, às vezes a luz continua ligada, significando que há algo errado. Para aqueles que entendem de mecânica, isto pode ser uma oportunidade de determinar o que há de errado antes de levar para o mecânico.






O que você precisa?

  • Pequeno pedaço de fio
  • Par de terminais fêmea
  • Ferramenta de remoção de fio
  • Manual do usuário


INSTRUÇÕES



    Criando um fio de ligação para diagnóstico

  1. 1
    Corte um pequeno pedaço de fio de aproximadamente 7,5 cm.
  2. 2
    Tira ambas as extremidades do fio com a ferramenta de remoção.
  3. 3
    Adicione um terminal fêmea em cada extremidade do fio, e dobre com a ferramenta de remoção.

    Testando o Delphi ECM (modelos 2000 - 2003)

  1. 1
    Retire a tampa do lado direito para acessar o conector de ligação de dados.
  2. 2
    Remova o plugue de proteção do conector.
  3. 3
    Conecte o seu fio de ligação ao primeiro e segundo terminais no conector de ligação de dados.
  4. 4
    Gire a chave de ignição e aguarde 10 segundos. A luz acenderá por 4 segundos, e depois desligará por 6. Após este intervalo de 6 segundos, quaisquer código de problema que esteja armazenado aparecerá como flashes sequenciais.
  5. 5
    Conte o número de vezes que a luz pisca, este é o primeiro código. O código será repetido três vezes antes de reproduzir o seguinte, após uma pausa de 3 segundos, se for o caso.
  6. 6
    Anote os códigos e consulte o manual de serviço para possíveis falhas ou condições.
  7. 7
    Desligue a ignição e remova o fio de ligação.
  8. 8
    Recoloque a tampa do lado direito.

    Testando a Delphi ECM (modelos 2004-2006)

  1. 1
    Ligue o interruptor de ignição para a posição OFF.
  2. 2
    Defina o interruptor Funcionar/Parar para a posição Funcionar.
  3. 3
    Pressione o botão de reinicialização do odômetro e espere.
  4. 4
    Ligue a chave de ignição e solte o botão de reinicialização do odômetro. O processo terá concluído corretamente quando as agulhas do velocímetro balançarem e todas as lâmpadas indicadoras se iluminarem. O velocímetro também exibirá "DIAG".
  5. 5
    Pressione o botão de reinicialização do odômetro uma vez. O "PSSPt" será exibido no velocímetro. Cada letra significa uma área dos testes de diagnóstico. Aperte o botão de reinicialização do odômetro para percorrer pelos componentes do teste.
  6. 6
    Pressione e segure o botão de reinicialização do odômetro por 5 segundos e solte. Todos os códigos armazenados serão exibidos no velocímetro. Se não tiver códigos armazenados, o velocímetro irá exibir "NONE".
  7. 7
    Pressione novamente o botão de reinicialização do odômetro para ver outros códigos, se existirem.
  8. 8
    Anote os códigos e veja o seu manual de usuário para possíveis erros ou condições.
  9. 9
    Desligue a ignição para sair do teste de diagnóstico.
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