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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

GOOSENECK GASSER: Suzuki Thunder 125

 Não sei o que pensar quando vejo um projeto como este... moto limpa, sem exageros e acredito pouco investimento, claro que da moto original (uma Suzuki Thunder 125cc) só deve ter sobrado o motor, esta arte sobre rodas foi construída na Indonésia, é uma Gooseneck Gasser. Vale de inspiração pra galera que sonha em montar sua pequena notável e apavorar pelas estradas brasileiras, claro, se as autoridades fiscalizadoras permitirem! 

Aliás, acho que vou começar a mexer na Death Machine! (assunto para um proóximo post)


FTW!!!






quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Suzuki Katana 1000 2019

 A Suzuki lançou a Katana 1000 2019 durante o INTERMOT 2018 (salão de motos de Colônia, Alemanha). Modelo é uma reedição da Katana de 1981 e utiliza a mesma base da GSX-S1000. Nas redes sociais, a Suzuki disse que esse novo modelo está a caminho do Brasil e o Preço estimado é de R$ 54 mil.

Com a recente onda de motos retrô (como por exemplo, a já vendida no Brasil, Kawasaki Z900RS), a Suzuki resolveu reviver aquela moto de 1981, que também foi feita concorrendo com a linha Z da Kawasaki naquela década.
Hoje, apenas o visual lembra aquela moto. O coração é moderno, o mesmo da GSX-S1000, com motor de 4 cilindros em linha com refrigeração líquida, 150 cv de potência máxima e pra parar, duplo disco de freios dianteiros da marca Brembo.
O grande vacilo da Suzuki foi em relação ao tanque de combustível, que possui apenas 12 litros de capacidade.
O design, digamos, é meio estranho. É diferente mas é meio estranho. Logo de cara, vários internautas viram uma proximidade muito grande com a … isso mesmo, Honda Pop 110i. E não é que parece mesmo?
Brincadeiras sobre a aparência à parte, a Suzuki não informou quando esse modelo chega ao Brasil.
Suzuki Katana 1100 de 1981

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Suzuki Savage LS 650

        Matéria publicada originalmente em 1998. Um tanto defasada a Suzuki 650 Savage foi lançada na Europa em 1986, ela tem como principal atrativo as dimensäes reduzidas e o preço. Desde que as customs chegaram por aqui o mercado tem recebido modelos em todas as faixas de motorização. Tem as bicil¡ndricas, as quatro cilindros. em configurações que variam do tradicional V ao inusual boxer. Mas só agora chegou uma média cilindrada monocilíndrica.

       Com a Suzuki LS 650 Savage o mercado ter contato com a custom de maior motor monocil¡ndrico. Este motor ‚ o que primeiro chama atenção. Não só pela dimensão. mas pelo aspecto incomum. As medidas internas são 94 x 94 mm para diâmetro e curso. o que ‚ conhecido tecnicamente como quadrado (mesmos valores para diâmetro e curso). As aletas de arrefecimento aumentam ainda mais o cilindro. Em suma, ‚ um grande motor!

        O estilo tem um ar de retrô. não apenas pela moda custom ser assim mesmo, mas também porque ele é bem antiguinho. Pela idade do projeto (20 anos) ‚ compreens¡vel tantos componentes de metal cromado. Numa época ditada pelo uso do plástico, chega a ser nostálgico ver tantas peças de metal, como a tampa do compartimento de ferramentas. A explicação pode estar na pouca preocupação com o peso, uma vez que o motor mono faz da LS 650 a mais leve de sua categoria, com 160 kg (seco) contra 200 kg da Honda Shadow 600. 
         
Pelas suas características de boa dirigibilidade, a Savage se adapta muito bem ao uso urbano. Quer dizer, seria muito mais fácil se (novamente) o projeto fosse atualizado. Por exemplo, a suspensão traseira com dois amortecedores, mesmo na regulagem mais macia, dura como dois tocos de madeira. Parece exagero, mas ‚ realmente dura e a suspensão dianteira acompanha a rigidez. Está certo que os donos de motos custom precisam se acostumar a esta caracter¡stica, faz parte do modo selvagem e custom de ser, mas a Suzuki chegou a um extremo com a Savage, fazendo com que cada buraco se transforme num golpe para a coluna.
     A altura do banco ao solo (690 mm) ‚ uma das menores entre as custorns e representa uma vantagem para os motociclistas de baixa estatura, ou os que se sentem mais seguros colocando os p‚s bem plantados no chão. As pedaleiras, como de costume, ficam … frente, mantendo o piloto numa posição incômoda.
 

No trânsito urbano ela se desvencilha facilmente entre os carros, passando com .
o guidão por cima dos espelhos. O baixo peso e a pequena altura tomam a Savage numa custom muito mais cidadÆ do que estradeira. Como se nÆo bastassem estas qualidades, o motor mono traz a agrad vel vantagem de responder prontamente desde as baixas rotações

Os sinais do tempo estão presentes em mais dois itens: as pedaleiras do garupa presas ao quadro el stico e o freio traseiro a tambor acionado por cabo. No primeiro caso, quem paga o pato ‚ aquele indiv¡duo cada vez mais esquecido pelos projetistas, o excelent¡ssimo garupa. Seja amigo, amiga, namorada, esposa, mÃe, filha, qualquer grau de parentesco ou amizade, seu relacionamento poder ficar seriamente comprometido se convidar para um passeio num percurso com muitos buracos.


O que salva o garupa ‚ o encosto, que ajuda a melhorar a fixação do corpo, mas as pedaleiras na balança traseira fazem os p‚s saltitarem e até‚ escapar perigosamente.
um item que merecia um acess¢rio opcional. Até as pequenas 125 custom têm pedais do garupa presos ao quadro fixo.

Já o acionamento do freio traseiro por cabo era muito visto nas motos de corrida dos anos 70. Este sistema não consegue apresentar uma só vantagem funcional sobre a velha e boa vareta. O cabo ainda est sujeito a quebras por desgaste, enquanto a vareta ‚ praticamente inquebrável.

Por outro lado, o sistema de transmissão por correia dentada da Savage ‚ tão superior … corrente tradicional que deveria ser utilizado em larga escala em todos os modelos custom. Veja só as vantagens deste tipo de transmissão: ‚ mais silencioso, mais limpo, dura mais e custo equivalente … corrente. Explica-se: uma correia custa cerca de R$ 500, enquanto uma corrente custa cerca de R$ 130. Mas a correia dura at‚ quatro vezes mais que uma corrente. E ainda exige pouqu¡ssima manutenção.

 
    Um bom programa ‚ viajar com a LS 650 Savage. Uma estrada bem lisa ‚ própria para se desfrutar o motor elástico que apresenta o torque máximo (4,7 kgf.m a 3.400 rpm) em baixa, fazendo com que o câmbio de cinco marchas quase não seja solicitado. O guidão largo e alto permite relaxar, mas não muito, porque ‚ preciso atenção nas curvas para não raspar as pedaleiras no chão. Os comandos são b sicos de custom, com punhos de liga leve polidos. As alavancas de freio e embreagem são macias e de boa ergonomia. Também os freios seguem a receita b sica das customs com disco simples na frente (260 mm) de pinça de pistão simples e tambor atrás (160 mm), suficientes para garantir a tranq
ilidade dos motociclistas. Em termos de frenagem, a Savage fica totalmente dentro da m‚dia, percorrendo 38 metros para imobilizar-se a partir da velocidade de 100 km/h.


      Seguindo outra tradição desta categoria, o painel limita-se ao veloc¡metro, colocado embutido no tanque de gasolina (com capacidade para 11 litros). Mesmo pequeno, o tanque oferece uma boa autonomia, porque a Savage tem como uma das principais qualidades o reduzido consumo de gasolina. A m‚dia foi de 18,5 km/litro, mas passa facilmente dos 22 km/litro, moderando o acelerador e abusando das vantagens do mono cilindro el stico. Este motor de exatos 652 cm3 conta com eixo balanceador para reduzir as vibrações.

Em teoria deveria funcionar, mas na pr tica percebe-se logo ao ligar que as vibrações são bem sens¡veis. Funcionamento liso nunca foi a principal caracteristica de um motor monocilindro. O desempenho fica aqu‚m das concorrentes. Ela acelera de O a 100 km/h em 9,9 segundos e atinge a velocidade m xima de 150 km/h.

 

De estilo e tecnologia um pouco superados, … Savage resta as vantagens do preço competitivo, motor simples e transmissão silenciosa. Pode ser uma boa opção para quem gostou da Suzuki Intruder 250 e quer continuar neste segmento, porque ambas tˆm muitas semelhanças.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Mais uma Big Custom desembarca no mercado Brasileiro, com um preço competitivo...

 Anunciada no último Salão Duas Rodas de 2013, para julho de 2014, chega ao mercado brasileiro no último final de semana de agosto desse ano a Boulevard M 1800R em sua versão B.O.S.S. (Blacked Out Suzuki Special). O preço ainda não foi anunciado pela J.Toledo Suzuki. A Boulevard 1.500cc tem preço sugerido pela montadora no Brasil de R$ 49.900.

A edição Blacked altera apenas as cores e grafismos. O motor é o DOHC (duplo comando de válvulas) de dois cilindros em “V” a 54° e 1.783 cm³, de oito válvulas e arrefecimento a líquido. O sistema de injeção eletrônica SDTV tem dupla válvula de borboleta o que mantém a resposta do acelerador ainda mais suave. O propulsor tem 125 cavalos de potência a 6.200 rpm e torque máximo de 16,31 kgf.m em 3.200 rpm. A transmissão é por eixo-cardã e câmbio de cinco marchas. O pneu traseiro tem medidas de 240/40R aro 18.
Nas suspensões, a B.O.S.S mantém garfo dianteiro invertido e balança em alumínio com monoamortecedor e ajuste de pré-carga da mola em 130 mm de curso. O peso em ordem de marcha é de 347 quilos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Suzuki Boulevard 2014

      A fim de alcançar clientes mais exigentes os japoneses da Suzuki veem nas tradicionais Boulevard seu ponto de partida, Já mostramos aqui a linha BOSS que será destinada ao mercado norte-americano para brigar com a "tradição". Outra novidade é a Boulevard M109R Limited Edition, alusiva aos 50 Anos da Marca.
C50 BOSS
 

C50T

C90 BOSS

C90T

C90T BOSS

M50

M109R

M109R BOSS

M109R Limited Edition

S40

VEJA A LINHA SUZUKI SPORT, STREET EM : 43 Garage 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

SUZUKI B-KING TWIN-TURBO


 As duas turbinas .42 da marca Turbonetics Stage III deixam o visual ainda mais agressivo. 

 Todo o motor foi praticamente reconstruído com peças forjadas: Pistões JE, Bielas Crower, Sistema de escapamento Termignoni...
A Suzuki B-King foi lançada em 2007 tornando-se uma moto única, seu visual é digno de uma Muscle Bike, Aliás seu motor de 1300cc derivado da Hayabusa (moto produzida em série mais veloz do mundo) a coloca em um patamar acima de muitas esportivas. 

O customizador não revela a potência da moto mas estimasse que está próxima aos 210CV!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

SUZUKI BOSS


     Como já antecipamos aqui(veja) a Suzuki apresentou outros dois modelos da gama - a grafia é B.O.S.S. As três opções de motos custom são a evolução da linha Boulevard, que conta com as novas M109R, C90 e C50. O destaque é a M109R Boss, que motor V2 de 1.783 cm³, com injeção eletrônica e refrigeração líquida - a empresa não divulga as cifras de potência e torque.
A motocicleta conta com caraterísticas mais esportivas, se encaixando no segmento das cruisers, e seu visual utiliza misto de amarelo e preto. Uma proposta mais touring, ou seja, para fazer turismo em longas viagens é a C90, que tem a variação C90T, com bolha na dianteira. Para completar, a C50 traz o estilo mais clássico das custom.
Os motores são menores em relação ao da M109R; a C90 possui um V2 de 1.462 cilindradas, enquanto a C50 traz motor V2 de 805 cilindradas. A sigla B.O.S.S. já era utilizada na gama 2013 da marca, mas apenas na C90.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Suzuki Boulevard C90T BOSS

Deu um apagão (no bom sentido) na Yamaha!!!
Isto é o que pode-se dizer da nova Boulevard C 90T BOSS. 
Uma moto que ao pilotar você se sentirá um rei da noite impulsionado pelo enorme V-Twin de 1462cc com refrigeração líquida.

O grande diferencial da BOSS sem dúvidas é o preto que tomou conta das rodas, garfo, escapamentos e muito mais...
Apesar de toda a agressividade na cor a  C90T mantém um estilo clássico destacado pelas malas laterais rígidas e um assento de passageiro confortável em longas viagens tudo isso atrás de um grande para-brisas ideal para quem curte um moto-turismo.
Suas características de estradeira não param por aí, sua posição de pilotagem e suspensão suave são um chamariz a parte.
Com ma infinidade de características e um estilo ao mesmo tempo elegante e agressivo a BOSS vem para ser a sombra de muitas motos por aí...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

SUZUKI GT750 1970


        Criar uma máquina com qualidades suficientes para concorrer com Honda CB 750 e Triumph Bonneville; este foi o desafio que a Suzuki teve que enfrentar em 1970.
Seus engenheiros abraçaram essa missão quase impossível, desenvolvendo um produto à altura dos seus concorrentes. Criaram uma motocicleta que se transformou em sonho de tantos motociclistas.
O protótipo da Suzuki GT 750 foi mostrado no 17º Salão de Motocicletas de Tokyo em outubro 1970 sendo que seu lançamento oficial no Japão somente ocorreu em setembro 1971. A concepção de criação da 750 cc da Suzuki derivou da Suzuki T 500, com a instalação de um cilindro adicional e refrigeração líquida, inovação que as concorrente diretas não ofereciam.
Tratava-se de uma motocicleta equipada com um grande motor TRICILÍNDRICO de DOIS TEMPOS.
O modelo original, ainda com freios a tambor e o pequeno radiador de água, novidade na época.
Sua sigla GT representava “Gran Turismo”, ou seja, foi concebida para a estrada, em viagens de longas distâncias, oferecendo muito conforto ao piloto e garupa. Equipada com 3 carburadores Mikuni de 32mm, oferecia 67 hp a 6.500 RPM.
Em 1973 a GT 750 foi anunciada com a inclusão de vários componentes cromados (como o friso lateral do radiador), chapeamento de cromo extra no motor e dois discos de freio dianteiros de 295mm, item que nenhum outro fabricante daquela época oferecia, representando assim um duro golpe da Suzuki no mercado.
Os esquemas da pintura foram revisados e reduzidos a apenas duas opções para todos os mercados. No ano seguinte a GT 750 ganhou novos carburadores Mikuni de 40 mm e indicador de posição de marchas no painel, além de outras remodelações estéticas, incluindo as tampas laterais.
No modelo de 1975 os grafismos da pintura outra vez foram revisados, juntamente com os escapamentos que foram elevados a uma maior altura do solo. O motor foi ajustado de forma a oferecer um aumento de potência, chegando a 70 hp a 6500 rpm, o que permitia à grande Suzuki andar em velocidades superiores a 190 km/h (Lembre-se que naquele momento tecnológico da história, essa velocidade era tabu para uma motocicleta de uso urbano). Outra inovação foi o indicador de marchas no painel, mais um ponto para a Suzuki

O modelo de 1975 foi a plataforma para o lançamento do modelo de 1976, que viria, na opinião dos seus fãs, inclusive esse que vos escreve, a ser a mais bonita versão da GT 750.
O modelo de 1976, considerado pelos fãs como o mais bonito.
Apesar de não poder nem sonhar em comprar uma na época, já que custava muito além das minhas modestas economias, tive a oportunidade de passar mais de uma hora desfrutando de uma igual à da foto acima, só que vermelha (em 1976). Emprestei minha Yamaha RD 50 para o dono da Suzuki fazer o exame prático de habilitação no Detran e, enquanto ele fazia o teste eu desfrutava desse prazer inesquecível.
As surpresas foram muitas: sentir o quanto ela era grande perto do que eu já havia experimentado; que, apesar de ter motor de 2 tempos, não vibrava, como acontecia na RD 350, transmitindo muito conforto ao piloto; que apesar de ser uma moto mais ?mansa?, seu motor tinha uma pegada fantástica que obrigava o piloto a se segurar como podia no guidão para não ficar sentado no meio da rua. Curioso mesmo era o seu barulho, praticamente idêntico ao dos antigos DKW (que também eram dotados de motor tricilíndrico de 2 tempos). Andar de moto com barulho de carro foi estranho.
Dados técnicos

Comprimento total 2.215 milímetros Largura 865 milímetros Altura total 1.125 milímetros Distância entre eixos 1.460 milímetros Peso seco 214 kg Motorização 738 cc, 3 cilindros em linha, 2 tempos Potência 70 cv a 6.500 rpm Torque 8,5 kg/m a 5.500 rpm
Infelizmente, como aconteceu com todas as outras motocicletas dotadas de motores 2 tempos, ela também foi vítima da legislação de controle de emissões, que começou fortemente no final da década de 70. Seu último modelo fabricado foi o de 1977, praticamente idêntico ao de 1976, início do forçado abandono da Suzuki na fabricação de motores dois tempos e migração compulsória para os motores quatro tempos.

Coisa que despertou muito a minha atenção foi o nível de acabamento da moto, nos cromados, pintura, borrachas e plásticos de lanternas e pisca. A qualidade do material empregado era muito superior a tudo que eu já tinha visto, batendo nesse quesito, sob a minha ótica, até à Honda CB 750 da época. A grande Suzuki transpirava luxo por todos os cromados, ou seja, a engenharia da Suzuki não economizou em nada ao concebê-la.
A última da série, fabricada em 1977, com pequenas diferenças no grafismo da tampa lateral e para-lama dianteiro.
A grande matriarca da Suzuki foi, durante os anos de sua fabricação, referência de design à toda família GT da Suzuki, que contava, além dela, com os modelos GT 125, GT 185, GT 250, GT 380 e GT 550, motos que primavam pelo esmero de acabamento até os mínimos detalhes.




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