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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017

O Ano de 2017 foi excelente! em diversos aspectos, só temos a agradecer a todos que participaram direta ou indiretamente conosco deste projeto, tivemos a honra de expor em excelentes eventos, conhecemos novos parceiros e principalmente levamos um conteúdo para nossos seguidores.  



A Inglesa/Indiana Royal Enfield chegou ao Brasil no momento creto, o mercado nacional estava carente de motos  de média cilindrada com este apelo clássico, a marca já conquistou o público Brasileiro e em breve estará chegando em outras cidaades.

Este Post deu o que falar, muitos comentários e opiniões diferentes, assuntos que no meio motociclístico são como discutir política ou religião. 

Dentre as novidades para 2018 a Harley-Davidson foi em disparado a maior revolucionária e polêmica, muitos gostaram e outros nem tanto, o fato é que a marca reinventou-se e a priori aposentou a família Dyna que agora usa como base a linha Softail.
A exótica Confederate nos presenteou com mais uma belíssima criação, a FA-13 Combat Bomber, ela terá sua produção limitada a apenas 13 Unidades e o modelo representará um ponto final na história da fabricante que será reformulada e se chamará Curtiss Motorcycle.

Esse monstro de 4 rodas não poderia ficar de fora da nossa retrô, o Challenger SRT Demon é o muscle car mais potente de toda a história com um motor HEMI V8 6.2 de 852cv!!!
 Esperamos vocês em 2018 com muito mais conteúdo e novidades!!! 

Thiago Lourenço 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

SWM Motorcycles no Brasil


As lendárias motos da marca italiana SWM Motorcycles vão desembarcar no mercado brasileiro no segundo semestre de 2017 por meio de um importador oficial. Inicialmente, a marca venderá quatro modelos em uma loja na cidade de São Paulo. Duas motos com estilo clássico com motor de 440 cm³ e outras duas voltadas para o estilo Off Road. Importadas, os preços das motos devem partir de R$ 25.000.
Famosa nas competições Off Road na década de 1970, a italiana SWM (Speedy Working Motors) encerrou suas operações nos anos de 80. Porém, em 2014, a marca ressurgiu com o capital do empresário chinês Daxing Gong, presidente do grupo Shineray, e o conhecimento do engenheiro italiano Ampelio Macchi, atual CEO da SWM.
Atualmente, as motos são produzidas na cidade de Biandronno, em Varese, norte da Itália. De lá virão quatro modelos para o Brasil importados pela empresa SU Trade, representante da SWM no País. “Iremos importar e vender as motos. A ideia inicial é ter um ponto de venda em São Paulo (SP) e, a partir daí, nomear futuros concessionários”, revelou José Eduardo Gatti, um dos sócios da SU Trade.
Caso a taxa de câmbio se mantenha estável, os preços dos modelos devem partir de R$ 25.000 para a Silver Vase, uma scrambler com motor de 440cc. A Gran Milano, o outro modelo de 440cc, deverá custar R$ 26.000. Já os preços das motos de enduro devem ser R$ 28.000 para a RS 300 R e R$ 31.000 para a RS 650R.
“Queremos vender uma moto confiável, a um preço justo, principalmente nos modelos de 440cc. São motos de nicho, porém acessíveis e fáceis de pilotar”, acredita o empresário brasileiro. Segundo a SU Trade, as motos comercializadas no Brasil são as mesmas vendidas na Europa e nos Estados Unidos. Inclusive já adequadas à nova lei de emissões (Euro IV). 
Motos SWM que virão para o Brasil
Silver Vase 440
 
Pneus de uso misto, protetores de bengala e escapamentos laterais garantem o estilo scrambler da Silver Vase. Seu motor de um cilindro, 445,3 cc, é alimentado por injeção eletrônica e produz 29,9 cv de potência máxima. A Silver Vase tem câmbio de cinco marchas e transmissão final por corrente. Com quadro em aço, pesa 151 kg e usa rodas raiadas de 17 polegadas, na traseira, e 19, na dianteira. Ambas com freio a disco. 
Gran Milano 440
Sobre a mesma base mecânica da Silver Vase, a SWM construiu uma café racer batizada de Gran Milano. Destaque para seu tanque protuberante e anguloso, com capacidade para 18,3 litros. Mais leve (141 kg a seco) e com banco mais baixo do que a versão scrambler, a Gran Milano ainda tem disco de freio em formato margarida e suspensão dianteira invertida. 
RS 300R
Fina e esguia a RS 300R foi projetada para a prática do off-road. Com peso de apenas 111 kg (a seco) é empurrada por um motor quatro tempos de 297 cm³, com refrigeração líquida e potência que pode chegar a 38 cv. Com grande distância livre do solo (300 mm) e banco a 96 cm, a RS 300 R traz suspensão da grife Kayaba com 295 mm de curso e regulagem completa. Freios a disco e rodas em alumínio completam o conjunto ciclístico. 
RS 650R
Estilo radical do fora de estrada e peso de apenas 144 kg (a seco) associados ao motor de um cilindro com 600 cc e refrigeração líquida são os atrativos dessa legítima trail. Seu propulsor é alimentado por injeção eletrônica com câmbio de seis marchas e potência máxima de 54 cv. O conjunto de suspensão oferece longo curso e múltiplas regulagens. Feita para o Off Road, a RS 650R, entretanto, pode receber um kit com espelhos e lanternas e assim ser emplacada e rodas nas ruas.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Dodge Challenger SRT Demon 2017


Depois de meses e meses de expectativa - e teasers - finalmente, a Dodge revelou o novo Challenger SRT Demon, o muscle car mais potente já produzido no mundo. Em um show cheio de pirotecnia, os músculos do novo esportivo foram apresentados por ninguém menos do que Vin Diesel, astro da franquia Velozes e Fuirosos. Mas nem mesmo ele, ofuscou o Demon. E prepara-se para a lista de superlativos desse carro.

A começar pelo seu motor: um 6.2 V8 HEMI  produz nada menos do que 852 cv de potência e absurdos 106,4 kgfm de torque. São números bem mais impressionantes que os alcançados pelo Challenger Hellcat, considerado até então o carro de produção mais potente já produzido pela marca, com 717 cv de potência e  89 kgfm de torque. 
     Ambos usam o mesmo V8, mas para equipar o Demon, o propulsor não foi apenas recalibrado. Para alimentar o "demônio", o motor ganhou mais de 25 novos componentes, entre pistões, válvulas, além de um novo sistema de injeção de combustível e um compressor mecânico mais poderoso. Tudo para aguentar uma maior compressão nos cilindros e mais pressão na hora da explosão. É claro que todo esse calor precisou de um sistema de refrigeração mais robusto. O curiso é que o Demon até usa o préprio sistema de ar-condicionado para resfriar o motor. 

       O Demon é o primeiro carro de produção a poder escolher o que vai beber: gasolina premium ou gasolina de alta octanagem, específica para carro de competição. E como faz para aguentar toda essa força bruta e apetite de asfalto? Bem, além de investir em uma transmissão parruda, um novo sistema de suspensão e eixo reforçado, a Dodge lançou mão de toda a ajuda que a eletrônica poderia dar para tornar o Demon passível de ser controlado.  As rodas de liga leve de 18 polegadas e parrudos pneus Nitto NT05R, de 315/40. Esse tipo de calçado garante maior aderência e aguenta o alto giro do motor nas arrancadas. Com todo esse conjunto, ele rápido: pode acelerar de zero a 100 km/h em 2,3 segundos, segundo a Dodge. Desempenho que o coloca entre os carros mais rápidos do mundo.







quinta-feira, 13 de abril de 2017

Indian Chieftain Elite Limited 2017

 
       A Indian Motorcycle lançou uma nova edição limitada, a Chieftain Elite, com 350 unidades numeradas pela fábrica ao preço de US$ 24.499. A edição tem rodas de liga leve com dez raios, 19 polegadas na dianteira e 16 na traseira. A pintura especial recebe novos detalhes cromados, a iluminação continua de LED e o sistema de som conta com 100 Watts de potência. As plataformas são feitas de alumínio.
A multimídia é controlada por meio de uma tela de sete polegadas acionada por uma chave remota que tem ainda bloqueio automático da moto por sensor de presença. O sistema multimídia integra GPS e recursos como controle de pressão dos pneus. O para-brisa é ajustado eletricamente.
O motor é o mesmo Thunder Stroke 111 V-Twin de 1.811 centímetros cúbicos de cilindrada (111 polegadas cúbicas), com torque de 13 kgfm já a 2.100 rpm.




segunda-feira, 20 de março de 2017

Indian: Chieftain Jack Daniel's e Roadmaster Classic

E a tribo está aumentando ...
A norte-americana Indian apresentou, nos EUA, duas novas versões de seus modelos. Uma edição limitada da Chieftain com tempero Jack Daniel´s e uma Roadmaster que passa agora a ter a variação Classic, com malas laterais em couro em vez de material rígido.
A associação Indian e Jack Daniel´s acontece há alguns anos. Para 2017, serão montadas somente cem unidade da edição especial. Além da moto com grafismos exclusivos, os compradores receberão uma bandeira norte-americana feita com madeira de barris utilizados pela Jack Daniel´s na produção da bebida.
Todas as unidades serão numeradas. Do lote, somente dez serão vendidas na Europa e África do Sul. O restante fica nos Estados Unidos. A versão tem pintura preto e branco, logos da marca de bebida distribuídos na moto e outros detalhes feitos à mão.
Na variante Classic da Roadmaster, as malas em couro mantém o reforço por baixo do acabamento. O motor é o V-Twin de 1.811 cc. Com 392 kg, a Roadmaster Classic mede 2.656 mm de comprimento.





segunda-feira, 13 de março de 2017

Harley-Davison Street Rod 750


A Harley-Davidson mostrou uma nova motocicleta que vai direcionar a empresa americana a uma nova direção. Com posição de pedaleiras tradicional (a otimista Harley se refere a elas como traseiras) e garfo com 27 graus de inclinação, ela não é, definitivamente, uma custom.
Movida pelo mesmo motor V2 de 750 cc refrigerado a água da Street 750, a nova Street Rod é claramente destinada a um antigo desejo dos consumidores americanos. Apesar da Harley-Davidson dizer que a Street Rod é para uso urbano, isso sugere que há ainda mais do que revelado em termos de desempenho e pilotagem.
“Isso atrai a sua atenção. E queremos um chassi para combinar uma dirigibilidade afiada e agressiva, perfeita para o uso urbano, com capacidade de costurar e passar por todos os lugares”, disse o engenheiro-chefe da Harley-Davidson, Mathew Weber.
Para isso, a Street Rod oferece de 8 a 10% a mais de torque (dependendo do mercado) em comparação com a Street 750, e de 18 a 20% extras de potência. Não há dados oficiais divulgados, mas baseado nos números da Street 750 no dinamômetro e numa louca matemática, sugerimos que a Street Rod entregue 68 cv com pico de 8.750 rpm e 6,6 kgfm de torque a 4.000 rpm. Bons números – no papel -, a colocando em comparação com a Kawasaki Z650.
“O motor da Street Rod, o High Output Revolution X 750, ganhou novas válvulas, cabeçote, maior taxa de compressão e limite de giros mais alto”, disse Weber.
Se o nome ainda não deixou isso claro, o estilo da Street Rod claramente se inspira na maligna V-Rod. Garfo e grampos pretos, bolha protetora e discos duplos de freio na frente dão a dianteira uma sensação de robustez. A traseira é acentuada com uma nova área para a rabeta, para-barro perfurado e lanterna em LED. A presença de rodas aro 17″ sugere que os pilotos terão um bom pneu.
“A Street Rod traz uma caixa de ar com maior volume e novas borboletas de aceleração dupla com 42 mm cada, novo cabeçote com quatro válvulas e comandos de válvulas mais agressivos, além de um sistema de escape de alta capacidade – tudo projetado para melhorar o fluxo de ar e eficiência”, de acordo com as informações divulgadas pelas Harley-Davidson. “A taxa de compressão foi de 11.0:1 para 12.0:1 e o limite de rotação foi das 8.000 para 9.000 rpm”.
Mas o maior destaque da Street Rod está no chassi. “Pneus, rodas, suspensão e quadro foram projetados para trabalharem juntos e entregar pilotagem leve e precisa em qualquer velocidade”, disse Weber.
O garfo com inclinação de 27 graus (contra os 32 graus da Street 750) dará mais agilidade e resposta aos comandos de direção. E a Harley diz que o ângulo de inclinação foi um pouco melhorado, para 37,3 graus para a esquerda e 40,2 graus para a direita (comparado com os 28,5 graus para ambos os lados da Street 750). A altura do banco foi levantada para 765 mm e as pedaleiras estão logo atrás da linha do joelho. A Harley descreve isso como uma posição traseira, mas dizemos que é uma posição tradicional e mais confortável de pilotar.
A suspensão dianteira possui garfo duplo de 43 mm em alumínio. Os amortecedores traseiros têm reservatório externo para aumentar a capacidade de fluído e manter a capacidade de retorno. O curso foi aumentado em 31%, para respeitáveis 117 mm. O braço oscilante é mais longo para acomodar os amortecedores em posição mais alta, o que ajuda na tocada.
   Retas, as manoplas criam uma posição de pilotar agressiva, de acordo com a Harley. Novamente, olhando para as fotos dos pilotos nas motos, dizemos que é uma posição tradicional de pilotagem, mas é fácil perdoar a Harley por destacar isso. A palavra “tradicional” não costuma criar excitação nas pessoas. E, de tudo que vimos, a Street Rod aparenta ser uma moto que vale a pena. Falando nisso, os espelhos retrovisores podem ser montados antes ou depois dos manetes, e possuem um sistema (ainda em processo de patente) no qual podem ser virados para trás sem interferir nas mãos do piloto. É útil para quando se precisa usar a Street Rod entre as faixas de trânsito.
A Street Rod veste pneus Michelin Scorcher 21 e, olhando suas medidas – 120/70 R17 na dianteira e 160/60R17 na traseira – parece que ela pode acomodar pneus de melhor qualidade, como o Dunlop Roadsmart III. Por último, irá melhorar as respostas. O ABS é item de série nas motos europeias e está disponível como um opcional de US$ 750 nos Estados Unidos.
A Street Rod está disponível nas cores Vivid Black, Charcoal Denim ou Olive Gold, com preço nos Estados Unidos começando em US$ 8.699 (cerca de R$ 28 mil). Teremos nossa chance de andar na Street Rod em breve. E estamos ansiosos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

V4 RR E V4 SS 2017

     A montadora inglesa Norton lançou as versões limitadas V4 RR e V4 SS, com novo motor Norton V4 de quatro cilindros em V desenvolvido pela empresa. A base estrutural, tanque e rodas (SS) são em fibra de carbono, o pacote eletrônico é completo e o chassi em treliça foi desenvolvido a partir da experiência da empresa nas corridas de Ilha de Man TT. A suspensão é Ohlins e os freios Brembo.
     O motor é de 1200 cc e 200 cv. A V4 RR é a versão mais comportada do lançamento. Serão produzidas somente 250 unidades ao preço de 28.000 libras esterlinas (R$ 117.228,77). Já a extrema V4 SS terá 200 unidades por 44.000 libras esterlinas cada (R$ 184.216,64). Todos os modelos SS já estão vendidos.
Entre as inovações dos novos modelos, uma é a substituição dos espelhos retrovisores por uma câmera na traseira que transmite a imagem em tempo real do que acontece atrás da moto em uma tela de sete polegadas integrada ao painel de instrumentos.


Vespa 946 2017




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Harley-Davidson Road King Special 2017

A Harley-Davidson não é uma marca acostumada a grandes mudanças, principalmente quando se fala em visual. Sempre mantendo as linhas clássicas, a empresa acabou "radicalizando" com a nova Road King Special, modelo derivado da Road King Classic.
Para esta nova moto, a empresa praticamente retirou todos os cromados da moto e apostou no preto fosco. Desde o escapamento até o farol dianteiro, a Road King Special tem acabamento preto. A traseira trocou as malas com acabamento em couro por outras de material rígido, dando um visual mais moderno, enquanto e a dianteira ganhou guidão mais alto. De acordo com a empresa, a moto segue o estilo "bagger".

Na dianteira, perdeu a tradicional bolha, marca registrada da Road King Classic, e as rodas são de liga-leve e não raiadas.
O motor também é novo, o mesmo que acabou de chegar na linha touring da marca. Chamado de Milwaukee-Eight, promete menor vibração e 10% mais torque do que os antigosA versão do motor escolhida para a Road King Special é a 107, com 1.745 cc e 2 cilindros, que rende 14,8 kgfm de torque.





fonte: G1

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