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quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Harley-Davidson X500 2025


 A parceria da Harley-Davidson com a fabricante chinesa de motocicletas QJ Motor não é segredo para ninguém. A QJ, também conhecida como Qianjiang, é a empresa controladora de muitas marcas, como Benelli, Keeway e QJ Motor pertencem ao império Qianjiang. A empresa também tem parcerias com grandes fabricantes, como a MV Agusta e, sim, a Harley-Davidson. 

Um dos modelos mais aguardados da parceria entre Harley e QJ é a X 500, que foge do estilo tradicional de estradeira da Harley-Davidson e é mais uma moto urbana e robusta. Ela chega para complementar a linha de modelos da empresa estadunidense na China, junto à X350, moto que custa o equivalente a cerca de R$ 25 mil. A X500 foi revelada oficialmente durante o Salão do Automóvel de Xangai de 2023.


Como esperado, a Harley-Davidson X500 tem muito em comum com uma motocicleta existente no catálogo da Qianjiang: a Benelli Leoncino 500. Na verdade, os projetistas da QJ parecem ter feito muito pouco para esconder esse fato, pois o quadro, as rodas e a postura geral da X500 parecem idênticos aos da Leoncino 500. O resultado é uma das Harleys com aparência "menos Harley", atrás apenas da aventureira Pan America

Em termos de desempenho, aqueles que estão familiarizados com as motores de dois cilindros paralelos e 500 cm3 de capacidade da Benelli não precisarão de nenhuma introdução à X500. O propulsor já conta com refrigeração líquida e injeção de combustível, entregando uma potência máxima de 47 cavalos e cerca de 4,56 kgfm de torque. O motor é suportado por um quadro tubular de aço e um garfo dianteiro invertido de 50 milímetros de diâmetro, enquanto a traseira é monoamortecida. A X500 usa rodas de liga leve de 17 polegadas na frente e atrás e é traz freios a disco duplos na dianteira e um único na traseira.


Entre os equipamentos, a Harley-Davidson X500 apresenta um painel de instrumentos semidigital compacto, apesar de ter uma aparência simples. A motocicleta também tem um único farol de LED e uma lanterna traseira com piscas integrados. Quanto aos auxílios eletrônicos ao condutor, a X500 tem pouco a mostrar além do ABS. No momento, a motocicleta só foi apresentada na China, portanto, teremos que esperar para ver para onde esse novo modelo vai. Por lá, ela foi anunciada por 44.338 yuans, ou cerca de R$ 32,6 mil na conversão direta.


Por: UOL

quinta-feira, 1 de março de 2018

Royal Enfield 350X e 500X 2018

Royal Enfield tem novidades para o mercado indiano: são as novas motos da linha Thunderbird, a 500X e 350X. Em relação às que as inspiraram, Thunderbird 500 e 300, as diferenças visuais são a presença da cor preta substituindo partes que eram cromadas.
Tal mudança pode ser vista no farol, nos indicadores de seta, luz traseira, escapamento, entre outros componentes da moto.
Outras novidades são o guidões mais baixo e reto se comparado ao da Thunderbird padrão e o assento, que deixa de ser bipartido e passa a ser inteiriço.
O câmbio, de cinco velocidades, é o mesmo das versões tradicionais, assim como os motores: o da 350X segue com 349cc, 20 cv de potência e 2,85 kgf.m de torque, enquanto na 500X continua o propulsor de 499cc, com 27,5 cv de potência e 4,21 kgf.m de torque.
A Royal Enfield do Brasil, que disse que não há previsão de chegada ao país das Thunderbird 500X e 350X.
Você gostaria de ver a dupla nas ruas brasileiras? Deixe a sua opinião.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Zanella

Nos últimos anos temos visto as palavras vintage/retrô em diversos segmentos incluindo o motociclismo. Diversas marcas renasceram justamente por já possuirem em seu DNA estas características, exemplos recentes são a Indian e agora a Royal Enfield, Zanella entre outras... 
E é justamente desta última que vamos falar hoje, A Zanella é a mais importante fabricante de motos da América Latina fundada há 60 anos na Argentina. Ela começou como uma empresa de produtos metálicos e passou a fabricar motos em 1957 com tecnologia importada da italiana Minarelli. Suas motos foram exportadas para diversos países como Estados Unidos, Cuba, Uruguai entre outros. No Brasil, suas motos foram montadas pela FBM e fizeram sucesso com modelos "off-road" de 125cc. e 200cc. Na verdade, a FBM-Zanella foi a primeira "moto-verde' a chegar ao nosso mercado, ainda em 1973, com fábrica em Cachoeirinha (RS). Atualmente, a Zanella fabrica ciclomotores com tecnologia própria e motos com tecnologia chinesa e tem como destaque uma Custom de 250 cc. denominada Patagônia, nome de um modelo on/off-road já antológico. Recentemente a Zanella incorporou a mais tradicional fabricante uruguaia de motocicletas, a Cibana. Sua proposta é um quanto ousada, seus modelos possuem um visual atraente o que não podemos dizer de sua mecânica que para nós ainda é um mistério.  
Nas fotos abaixo selecionamos alguns modelos da linha Custom / Street com cilindradas que vão desde 150cc até 350cc.











  


segunda-feira, 13 de março de 2017

Harley-Davison Street Rod 750


A Harley-Davidson mostrou uma nova motocicleta que vai direcionar a empresa americana a uma nova direção. Com posição de pedaleiras tradicional (a otimista Harley se refere a elas como traseiras) e garfo com 27 graus de inclinação, ela não é, definitivamente, uma custom.
Movida pelo mesmo motor V2 de 750 cc refrigerado a água da Street 750, a nova Street Rod é claramente destinada a um antigo desejo dos consumidores americanos. Apesar da Harley-Davidson dizer que a Street Rod é para uso urbano, isso sugere que há ainda mais do que revelado em termos de desempenho e pilotagem.
“Isso atrai a sua atenção. E queremos um chassi para combinar uma dirigibilidade afiada e agressiva, perfeita para o uso urbano, com capacidade de costurar e passar por todos os lugares”, disse o engenheiro-chefe da Harley-Davidson, Mathew Weber.
Para isso, a Street Rod oferece de 8 a 10% a mais de torque (dependendo do mercado) em comparação com a Street 750, e de 18 a 20% extras de potência. Não há dados oficiais divulgados, mas baseado nos números da Street 750 no dinamômetro e numa louca matemática, sugerimos que a Street Rod entregue 68 cv com pico de 8.750 rpm e 6,6 kgfm de torque a 4.000 rpm. Bons números – no papel -, a colocando em comparação com a Kawasaki Z650.
“O motor da Street Rod, o High Output Revolution X 750, ganhou novas válvulas, cabeçote, maior taxa de compressão e limite de giros mais alto”, disse Weber.
Se o nome ainda não deixou isso claro, o estilo da Street Rod claramente se inspira na maligna V-Rod. Garfo e grampos pretos, bolha protetora e discos duplos de freio na frente dão a dianteira uma sensação de robustez. A traseira é acentuada com uma nova área para a rabeta, para-barro perfurado e lanterna em LED. A presença de rodas aro 17″ sugere que os pilotos terão um bom pneu.
“A Street Rod traz uma caixa de ar com maior volume e novas borboletas de aceleração dupla com 42 mm cada, novo cabeçote com quatro válvulas e comandos de válvulas mais agressivos, além de um sistema de escape de alta capacidade – tudo projetado para melhorar o fluxo de ar e eficiência”, de acordo com as informações divulgadas pelas Harley-Davidson. “A taxa de compressão foi de 11.0:1 para 12.0:1 e o limite de rotação foi das 8.000 para 9.000 rpm”.
Mas o maior destaque da Street Rod está no chassi. “Pneus, rodas, suspensão e quadro foram projetados para trabalharem juntos e entregar pilotagem leve e precisa em qualquer velocidade”, disse Weber.
O garfo com inclinação de 27 graus (contra os 32 graus da Street 750) dará mais agilidade e resposta aos comandos de direção. E a Harley diz que o ângulo de inclinação foi um pouco melhorado, para 37,3 graus para a esquerda e 40,2 graus para a direita (comparado com os 28,5 graus para ambos os lados da Street 750). A altura do banco foi levantada para 765 mm e as pedaleiras estão logo atrás da linha do joelho. A Harley descreve isso como uma posição traseira, mas dizemos que é uma posição tradicional e mais confortável de pilotar.
A suspensão dianteira possui garfo duplo de 43 mm em alumínio. Os amortecedores traseiros têm reservatório externo para aumentar a capacidade de fluído e manter a capacidade de retorno. O curso foi aumentado em 31%, para respeitáveis 117 mm. O braço oscilante é mais longo para acomodar os amortecedores em posição mais alta, o que ajuda na tocada.
   Retas, as manoplas criam uma posição de pilotar agressiva, de acordo com a Harley. Novamente, olhando para as fotos dos pilotos nas motos, dizemos que é uma posição tradicional de pilotagem, mas é fácil perdoar a Harley por destacar isso. A palavra “tradicional” não costuma criar excitação nas pessoas. E, de tudo que vimos, a Street Rod aparenta ser uma moto que vale a pena. Falando nisso, os espelhos retrovisores podem ser montados antes ou depois dos manetes, e possuem um sistema (ainda em processo de patente) no qual podem ser virados para trás sem interferir nas mãos do piloto. É útil para quando se precisa usar a Street Rod entre as faixas de trânsito.
A Street Rod veste pneus Michelin Scorcher 21 e, olhando suas medidas – 120/70 R17 na dianteira e 160/60R17 na traseira – parece que ela pode acomodar pneus de melhor qualidade, como o Dunlop Roadsmart III. Por último, irá melhorar as respostas. O ABS é item de série nas motos europeias e está disponível como um opcional de US$ 750 nos Estados Unidos.
A Street Rod está disponível nas cores Vivid Black, Charcoal Denim ou Olive Gold, com preço nos Estados Unidos começando em US$ 8.699 (cerca de R$ 28 mil). Teremos nossa chance de andar na Street Rod em breve. E estamos ansiosos.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Harley Street no Brasil

Por: Prez.
O sonho de ter uma Harley-Davidson ficará mais próximo em 2015: é para quando está prevista a chegada ao país das novas Street 500 e 750, mostradas como novidade mundial no último Salão de Milão, na Itália. Segundo fontes ligadas à marca, ao menos um dos modelos (mais provável a 500) está nos planos da H-D Brasil já para o ano que vem.

A melhor notícia? Com essa inédita linha de motos, que ficará abaixo da atual Sportster 883 (vendida por cerca de R$ 30 mil), a ideia é atrair um consumidor mais jovem para a marca. Desta forma, se considerarmos a diferença de preços entre a 883 e a nova Street 500 nos EUA, dá para antever que a nova moto será vendida aqui na faixa dos R$ 25 mil – depois de devidamente nacionalizada na fábrica de Manaus (AM).
Primeiro projeto 100% inédito da H-D em 14 anos, a nova linha de motores chamada Revolution X se destaca pela construção V2 longitudinal a 60 graus (como na V-Rod) e pela refrigeração líquida. Detalhes técnicos não foram divulgados ainda, mas estima-se que a 750 tenha por volta de 55 cv e 6,0 kgfm de torque. O chassi é tubular de aço e as suspensões têm maior curso, para tolerar melhor os pisos do “terceiro mundo”, enquanto as rodas são aro 17″ na dianteira e 15″ na traseira.



quinta-feira, 20 de março de 2014

Yamaha SR400 2015


A lendária e clássica Yamaha SR400 esta de volta! com estilo Retrô direto dos anos 70 esta máquina é referência quando o assunto é customização de motos monocilíndricas.
Seu motor de 399cc refrigerado a ar não rende o desempenho esperado por muitos mas a SR400 encara com naturalidade o verdadeiro significado  do ditado " tudo velho é novo outra vez" um belo exemplo disso é saltar sobre o Kickstarter para dar a partida...
 

Ao contrário de algumas motos retrô que são interpretações modernas de desenho mais antigo, a SR400 é uma autêntica "Old School" construída com praticamente a mesma especificação do modelo original com seu motor refrigerado a ar e chassi de dupla viga que leva o big single, conjunto representa o retorno aos valores de núcleo do motociclismo.

Esta máquina conquistou motociclistas de todo o mundo pela sua grande possibilidade de customização seja ela Chopper, Bobber, Cafe Racer ou Scrambler...
Ainda não há informações se este modelo chegará ao Brasil, se vier será muito bem vinda.



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