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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

PRESENTE E FUTURO DAS CUSTOMS NO BRASIL

 


Faaaala meu Brother! 

Confesso a vocês que tenho acompanhado muito pouco o mercado de motos por conta de compromissos profissionais, uma vez ou outra vejo alguma coisa mas superficialmente. Hoje resolvi tirar um tempinho para ver o que rola por aí, principalmente no mundo Custom/Cruiser. 

Em minhas primeiras pesquisas já fiquei assustado tamanho volume de "novidades" que são a mesma coisa! Marcas que surgiram do nada e outras que renasceram das cinzas prometem muita tecnologia, visual atraente e preços accessíveis. 

Por um lado acho positivo demais por dar ao consumidor opções que cabem no bolso de quem gosta do estilo uma vez que as marcas tradicionais abandonaram o Brasil, que inclusive começaram a repensar o erro que cometeram. Já pelo ponto de vista mais crítico me preocupo com o já famoso pós venda. Mesmo com essa visível melhora na qualidade e reposição não estou levando muita fé nessas motos chinesas espero estar enganado. 

Dentre todas essas, uma me chama atenção desde o anúncio da sua retomada de operações e ingresso aqui no Brasil, a Moto Morini aparenta ser o grande diferencial nesta nova geração. Seu acabamento digno de uma autêntica italiana com mecânica Kawasaki trás qualidade, estilo e confiabilidade. 

Dona Honda, a Rebel vai entrar na briga? e você Sra. Yamaha? a Bolt seria uma boa pro mercado brasileiro?   Veremos os próximos capítulos... 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

TÉCNICA: Saiba como ler um pneu


Os pneus têm uma numeração na lateral, ex. 130 80 B 17 65H.
Essa medida é a exata medida de um pneu dianteiro de uma Ultra Limited como a que esta na foto.

Mas o que significa esses números e letras?


Vamos lá, o primeiro conjunto de números (130) informa a largura do pneu, em milímetros, ou seja a banda de rodagem. 
O segundo conjunto (80) indíca a altura da lateral do pneu em percentual com relação à banda de rodagem. Logo esse número significa 80% de 130mm.
A letra B refere-se ao tipo de montagem do pneu, nesse caso, diagonal. 
O 17 que é o terceiro conjunto de números indíca o diâmetro interno do pneu em polegadas. 
O 65 mostra qual a capacidade de carga máxima suportado pelo pneu  conforme a tabela do índice de carga ( 295kg)
A letra H é a referência no índice de velocidade, com ela podemos saber qual a velocidade máxima para esse pneu.


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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Indian Super Scout Boardtracker


Feita pela oficina sueca Fullhouse Garage, a moto tem estilo boardtrack dos anos 1920, mas com um turbo Garret 25 Quando questionado sobre como é pilotar a Super Scout, Anders Lundgren sorri e diz: “É incrível! Parece que você você voltou no tempo para a década de 1920, mas com um foguete entre as pernas”. Construída por Lundgren da oficina Fullhouse Garage Shop, em Estocolmo, capital sueca, em cima de uma Scout atual, a moto customizada ganhou um estilo vintage e também um turbo Garret 25 arrefecido a água. A Super Scout agora produz entre 150 e 200 cv de potência máxima na roda traseira, dependendo da pressão do turbo.


“Queríamos construir uma moto que estivesse relacionada com a história da Indian nas pistas de corrida e, ao mesmo tempo, incluísse a nova era de tecnologia que a marca representa hoje”, explica o sueco. Feita sobre a base de uma Indian Scout moderna, a showbike recebeu o nome de Super Scout para homenagear os antigos modelos que eram quase imbatíveis nas pistas de corrida.


Entretanto, da Indian Scout atual restaram apenas o motor V2 de 1.133 cc, a bomba de combustível, o farol e o pedal de câmbio. Já o quadro é único e foi construído a partir de três peças por Lasse Sundberg, da Roth Engineering. “Foi a parte mais difícil de toda a moto, surpreendentemente ainda mais complicado do que a montagem do turbo”, garante Sundberg.

O turbo Garret 25 possui um controle externo da pressão. Os tubos de admissão e escapamento foram feitos todos em aço inoxidável e fixados o mais próximo possível do quadro para não interferir na silhueta esguia da moto. Afinal, eles queriam criar uma boardtrack, inspirada nos modelos utilizados para corridas em pistas ovais de madeira no início do século XX.


 Anders da Fullhouse Garage Shop explica o motivo de terem instalado um turbo: “Queríamos dar à moto um impulso adicional de potência e também mostrar que podemos combinar um look antigo com tecnologia moderna”.
A Super Scout sueca ainda tem um impressionante sistema elétrico. Anders instalou uma ECU totalmente programável e há um sistema com Bluetooth para monitorar dados do motor e permitir ajustes na ECU por meio de um tablet. 

A cor escolhida foi a Springfield blue, antigo tom de azul utilizado pela Indian, que foi fundada na cidade de mesmo nome no estado de Massachusets, nordeste dos Estados Unidos, em 1901.

 Anders garante que a Super Scout deverá ser sua moto de uso diário, mas ainda tem trabalho a ser feito. “Estou fazendo alguns testes com a moto para terminar os ajustes no motor”, diz ele. Afinal, em uma moto de corrida, mesmo que retrô, a busca por mais desempenho nunca termina.





terça-feira, 13 de junho de 2017

Yamaha Star Venture 2018


 A Yamaha apresentou, na abertura do “35th annual America de Rally”, em Nova York, nos Estados Unidos, a versão 2018 de seu modelo touring, a Star Venture. O lançamento da montadora japonesa tem motor V2 refrigerado a ar de 1.854cc (113 pol.³) com 4 válvulas e duas velas de ignição por cilindro com transmissão por correia em 6 marchas e parte de US$ 24.999, no mercado norte-americano.
A moto tem Park Assist System, com motor elétrico na roda dianteira que auxilia nas manobras de estacionamento e sistema de infotainment com Bluetooth de 7 polegadas touchscreen LCD full-color. Tem ainda no conjunto eletrônico controle de velocidade de cruzeiro, modos de condução, controle de tração, monitoramento de pressão dos pneus e freios ABS de série com acionamento combinado dianteiro e traseiro com ajuste em tempo real, bancos do piloto e passageiro, assim como as manoplas aquecidos além de ajuste remoto de pré-carga da mola traseira.
Há ainda a versão mais luxuosa, a Transcontinental, com acréscimo de itens como GPS, um par extra de alto-falantes e controles de áudio “Dual Zone” que permitem piloto e passageiro ouvir diferentes fontes de áudio e receber chamadas telefônicas por meio de um fone de ouvido e microfone. O pacote também inclui um alarme e faróis de neblina LED. A Transcontinental sai por U$ 26,999, nos EUA.




quarta-feira, 24 de maio de 2017

SWM Motorcycles no Brasil


As lendárias motos da marca italiana SWM Motorcycles vão desembarcar no mercado brasileiro no segundo semestre de 2017 por meio de um importador oficial. Inicialmente, a marca venderá quatro modelos em uma loja na cidade de São Paulo. Duas motos com estilo clássico com motor de 440 cm³ e outras duas voltadas para o estilo Off Road. Importadas, os preços das motos devem partir de R$ 25.000.
Famosa nas competições Off Road na década de 1970, a italiana SWM (Speedy Working Motors) encerrou suas operações nos anos de 80. Porém, em 2014, a marca ressurgiu com o capital do empresário chinês Daxing Gong, presidente do grupo Shineray, e o conhecimento do engenheiro italiano Ampelio Macchi, atual CEO da SWM.
Atualmente, as motos são produzidas na cidade de Biandronno, em Varese, norte da Itália. De lá virão quatro modelos para o Brasil importados pela empresa SU Trade, representante da SWM no País. “Iremos importar e vender as motos. A ideia inicial é ter um ponto de venda em São Paulo (SP) e, a partir daí, nomear futuros concessionários”, revelou José Eduardo Gatti, um dos sócios da SU Trade.
Caso a taxa de câmbio se mantenha estável, os preços dos modelos devem partir de R$ 25.000 para a Silver Vase, uma scrambler com motor de 440cc. A Gran Milano, o outro modelo de 440cc, deverá custar R$ 26.000. Já os preços das motos de enduro devem ser R$ 28.000 para a RS 300 R e R$ 31.000 para a RS 650R.
“Queremos vender uma moto confiável, a um preço justo, principalmente nos modelos de 440cc. São motos de nicho, porém acessíveis e fáceis de pilotar”, acredita o empresário brasileiro. Segundo a SU Trade, as motos comercializadas no Brasil são as mesmas vendidas na Europa e nos Estados Unidos. Inclusive já adequadas à nova lei de emissões (Euro IV). 
Motos SWM que virão para o Brasil
Silver Vase 440
 
Pneus de uso misto, protetores de bengala e escapamentos laterais garantem o estilo scrambler da Silver Vase. Seu motor de um cilindro, 445,3 cc, é alimentado por injeção eletrônica e produz 29,9 cv de potência máxima. A Silver Vase tem câmbio de cinco marchas e transmissão final por corrente. Com quadro em aço, pesa 151 kg e usa rodas raiadas de 17 polegadas, na traseira, e 19, na dianteira. Ambas com freio a disco. 
Gran Milano 440
Sobre a mesma base mecânica da Silver Vase, a SWM construiu uma café racer batizada de Gran Milano. Destaque para seu tanque protuberante e anguloso, com capacidade para 18,3 litros. Mais leve (141 kg a seco) e com banco mais baixo do que a versão scrambler, a Gran Milano ainda tem disco de freio em formato margarida e suspensão dianteira invertida. 
RS 300R
Fina e esguia a RS 300R foi projetada para a prática do off-road. Com peso de apenas 111 kg (a seco) é empurrada por um motor quatro tempos de 297 cm³, com refrigeração líquida e potência que pode chegar a 38 cv. Com grande distância livre do solo (300 mm) e banco a 96 cm, a RS 300 R traz suspensão da grife Kayaba com 295 mm de curso e regulagem completa. Freios a disco e rodas em alumínio completam o conjunto ciclístico. 
RS 650R
Estilo radical do fora de estrada e peso de apenas 144 kg (a seco) associados ao motor de um cilindro com 600 cc e refrigeração líquida são os atrativos dessa legítima trail. Seu propulsor é alimentado por injeção eletrônica com câmbio de seis marchas e potência máxima de 54 cv. O conjunto de suspensão oferece longo curso e múltiplas regulagens. Feita para o Off Road, a RS 650R, entretanto, pode receber um kit com espelhos e lanternas e assim ser emplacada e rodas nas ruas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Indian Motorcycles Linha 2017


A Indian Motorcycle apresentou, nos EUA, as versões 2017 de seus modelos Touring, Chieftain e Roadmaster. As novidades são novas cores e central de multimídia com GPS integrado para as motos Chieftain (exceto para a Dark Horse) e Roadmaster. Principal novidade para 2017 da marca norte-americana, a central, semelhante à dos modelos da Harley-Davidson, é denominada Ride Command. Consiste de uma tela de sete polegadas com resolução de 800 x 480 pixels sensível ao toque mesmo com luvas.
Na multimídia, o Ride Command pode transmitir para o sistema de som músicas gravadas no celular por Bluetooth. O sistema também realiza ligações telefônicas do celular integradas aos capacetes com comunicação também por Bluetooth. A tela pode ser personalizada para oferecer informações como pressão dos pneus, voltagem, tempo de uso do motor, indicador de marcha, alerta de troca do óleo, autonomia, rotações do motor, velocidade média e consumo. Mesmo não disponível para o público, destinada apenas para as competições de Dirt-Track vale destacar a já mostrada aqui Scout FTR 750R
Cores
Na Indian Scout, além das cores, a montadora fez pequenas modificações na versão Sixty como curvas de escapamentos redesenhadas para dar mais espaço para as pernas do piloto. Nas cores, três versões: Thunder Black, Pearl White e Indian Motorcycle Red. Já no modelo Scout, são sete cores: Thunder Black, Burgundy Metallic, Silver Smoke, Thunder Black Smoke e as três novidades bicolores Brilliant Blue over Pearl White with Fireball Red pinstripe, Indian Motorcycle Red over Black e Ivory Cream.
A Indian Springfield passou a ter duas versões bicolores além das monocromáticas Indian Motorcycle Red e Thunder Black. As novas combinações de duas cores são: Steel Grey over Burgundy Metallic with Silver Stripe e Springfield Blue Metallic over Star Silver. A Indian Chieftain, além das já disponíveis Black Pearl e Silver Smoke, passa agora a ter três novas pinturas: White Smoke, Wildfire Red over Thunder Black e Star Silver over Thunder Black. Na Indian Roadmaster, duas opções com banco em couro natural: Burgundy Metallic e Willow Green over Ivory Cream e três versões para o banco em couro preto: Thunder Black, Thunder Black over Ivory Cream e Steel Grey Thunder Black Graphics. A Chief Dark Horse e aChieftain Dark Horse permanecem sem alterações.

SCOUT
Scout

Scout Sixty
CRUISER
Chief Classic

Chief Dark Horse
BAGGER
Chief Vintage

Chieftain

Chieftain Dark Horse

Springfield
TOURING
Roadmaster
COMPETITION
FTR 750R

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Indian Scout FTR 750R 2017



A rivalidade entre a Indian Motorcycles e a Harley-Davidson, as duas maiores fabricantes de motocicletas dos Estados Unidos, remete ao início do século XX, quando as duas marcas disputavam a preferência do consumidor norte-americano.
Desde o ressurgimento da Indian, após ser adquirida pelo grupo Polaris em 2011, a marca parece disposta a reviver essa rivalidade não apenas com modelos de linha que brigam diretamente com as motos Harley, mas também nas pistas de corrida.

Em abril deste ano, a Harley-Davidson lançou a XG 750R, uma moto para disputar as corridas de flat-track, nos circuitos ovais dos Estados Unidos. Agora, é a vez de a Indian contra-atacar: a fábrica mostrou a Scout FTR 750 na 76ª edição do Encontro de Motociclistas de Sturgis, tradicional evento realizado no Estado de Dacota do Sul que, neste ano, vai até 14 de agosto.
A Scout Flat Track Racer (FTR) 750 utiliza um motor V2 de alta rotação, desenvolvido exclusivamente para as pistas de corrida, e com uma grande caixa de ar. Seu quadro em aço tem uma curta distância entre-eixos e a roupagem da FTR 750 é feita em fibra de carbono.


A motocicleta Scout FTR 750 foi mostrada com o numeral #51 de Bill Tuman, último piloto a vencer um campeonato nacional dos Estados Unidos com uma Indian em 1953. Tuman, aliás, estava presente ao lançamento da moto junto com Bobby Hill, outro integrante da equipe Indian Wrecking Crew, famosa por suas vitórias em décadas passadas. “Nós temos uma história vitoriosa e as corridas estão no sangue da Indian. Todos estamos muito orgulhosos de participar desse momento importante que marca o retorno da Indian às pistas”, afirmou o Presidente de Motocicletas da Polaris, Steve Menneto.





terça-feira, 24 de novembro de 2015

Black Douglas Motorcycle

       A Black Douglas Motorcycle é uma pequena fabricante sediada em Vignate, região da Lombardia, na Itália que não olha para o futuro e sim para o passado. Eles acreditam que “o aço é mais bonito do que o plástico e que a simplicidade é mais atraente do que a complexidade”, segundo o institucional disponível no site oficial deles, por si só uma viagem no tempo.

     Sua primeira produção, a Sterling MK5 Countryman Deluxe reproduz tão fielmente o que era uma moto dos primórdios do motociclismo que sua homologação para o mercado europeu demorou um pouco a ser aceita. O modelo, no entanto, agora está pronto para ganhar as ruas.


A moto une o design clássico do começo do século passado a uma mecânica robusta e comprovadamente confiável. São duas opções de motorização: 125cc, que rende 12 cv e 1,52 kgf.m de torque; e 230cc, com 14,1 cv e 1,83 kgf.m. Ambos são monocilíndricos, com um tanque de 9 litros e um peso geral de 95 kg.
O legal da Sterling não é a sua performance e sim o seu charme. O conceito nostálgico é sua principal arma. Você pode escolher 28 cores diferentes (!!), além de vários acessórios, como uma cesta de vime e anexar um segundo assento. Aliás, o banco do piloto é regulável em altura (830-880 mm do chão).

Com rodas de 21 polegadas e freios à tambor na frente e atrás, a Sterling MK5 Countryman Deluxe tem um preço sugerido de € 8.750 (aproximadamente R$ 30.490, sem impostos). Entretanto eles também oferecem uma versão sem motor, pintura e acessórios por € 4.500 (R$ 15.680), na qual você pode customizá-la por sua conta.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Indian Motorcycles linha 2016


A expectativa de fãs e principalmente motociclistas é enorme pela chegada das lendárias Indians em solo brasileiro, como já informamos por aqui esta espera já tem dias contados, será no próximo Salão das Duas Rodas em São Paulo, o primeiro modelo a ser comercializado será a Scout.
Nos EUA foi divulgada a linha 2016 da marca que provavelmente será a apresentada por aqui  divididas em quatro categorias, a novidade em relação ao ano passado é a introdução de novas combinações de cores e dos modelos Scout com ABS e a sombria Chief Dark horse que já antecipamos aqui. vale lembrar que todos os modelos exceto a linha Scout estão equipadas com o motor Thunder Stock 111 de 1800cc.

Scout - Modelo ágio de médio porte com desempenho que redefine a nova geração da Indian Motorcycles.
Scout

Scout (ABS)

Cruiser - Motocicleta de grande performance combinado com o estilo distinto das clássicas Indian.
Chief Classic

Chief Darkhorse

Bagger - Motocicletas com características inovadoras que proporcionam experiências excepcionais.
Chief Vintage

Chieftain

Touring - Combina um novo nível de luxo das motos americanas com desempenho para desfrutar de longas viagens.
Roadmaster
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