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sábado, 13 de setembro de 2025
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Ford Mustang de “Bullitt” é vendido por US$ 3,4 milhões
Um dos Ford Mustang GT de 1968 usados nas filmagens de “Bullitt” (1968) foi vendido por US$ 3,4 milhões (cerca de R$ 14 milhões) na última sexta-feira (10), em um leilão realizado pela Mecum Auctions na Flórida (EUA).
Por muito tempo considerado perdido, o carro — que foi usado nas cenas mas calmas da películas, que traz uma das sequências de perseguição mais famosas da história do cinema — voltou a aparecer em público apenas em 2018, após ficar 44 anos na família do seu quarto proprietário.
Apesar de ter mudado algumas vezes de mãos desde as filmagens do longa, o Mustang nunca passou por uma restauração, trazendo a pintura (embora desgastada) original, as rodas American Racing Torque Thrust, o motor 6.4 V8 combinado a um câmbio manual de quatro marchas e até os buracos na lataria para a fixação das câmeras.
Apesar de ter mudado algumas vezes de mãos desde as filmagens do longa, o Mustang nunca passou por uma restauração, trazendo a pintura (embora desgastada) original, as rodas American Racing Torque Thrust, o motor 6.4 V8 combinado a um câmbio manual de quatro marchas e até os buracos na lataria para a fixação das câmeras.
terça-feira, 16 de julho de 2019
Easy Rider completa 50 Anos
No longa, dois amigos vão a Nova Orleans em busca da liberdade. Produção faturou mais de US$ 60 milhões em todo o mundo.
Clássico dos filmes da geração hippie, Easy Rider – “Sem Destino” tem a busca da liberdade em sua essência. Billy (papel de Dennis Hooper, que também dirige a produção) e Wyatt (Peter Fonda) deixam Los Angeles de motocicleta a caminho de Nova Orleans, no sul dos Estados Unidos. O objetivo dos dois é festejar o mardi gras, uma espécie de carnaval da região. Eles conseguem o dinheiro para realizar esse sonho depois de vender drogas.
Enquanto atravessam o país, os heróis da contracultura acabam se relacionando com pessoas tão marginalizadas quanto eles, como fazendeiros, o hippie que os leva a um acampamento e até mesmo o advogado vivido por Jack Nicholson, que tem uma boa condição financeira, mas não se identifica com a conjuntura do país. Ele acaba sendo um contraponto dos motoqueiros, já que, por muitas vezes, mostra a realidade que dificilmente vai ser mudada.
Sucesso de bilheteria
Na cruzada atrás de novos ideais, Billy e Wyatt encontram um Estados Unidos às avessas, completamente hostil, violento e preconceituoso. Easy Rider foi um enorme sucesso. Custou cerca de US$ 500 mil e faturou mais de US$ 60 milhões em todo o mundo. A forma como foi feito também revolucionou a indústria de Hollywood. Pela primeira vez, o consumo de drogas e a nudez foram tratadas de forma tão explícita. A narrativa da história também era dinâmica, o que ficava claro nas transições e até mesmo em cenas psicodélicas que tentavam representar o efeito do LSD.
Gravado em poucos meses, o filme gerou muita polêmica nos bastidores. Peter Fonda e Dennis Hooper protagonizaram inúmeras brigas. Muitos diziam que Hooper era visto constantemente bêbado e drogado, o que o deixava agressivo. O ator Rip Torn, que interpretaria o papel que ficou com Jack Nicholson, abandonou o projeto após Hooper ameaçá-lo com uma faca durante os encontros na pré-produção. O caso foi parar nos tribunais.
Depois de 45 anos de sua estreia, Easy Rider ainda consegue dar a dimensão do que foi o movimento hippie nos anos 60 e 70. O filme foi um grito de uma geração, revelando uma nova forma de ver os Estados Unidos e mostrando também que tudo tem um preço, inclusive a liberdade.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Reza a Lenda
Confesso não ser fã do cinema nacional, talvez pela linguagem ou pelas histórias que muitas vezes são sem sentido algum. Quando vi algumas imagens deste longa pensei até u uma versão mais barata de Mad Max, não é que tem umas semelhanças?
Um triângulo amoroso no deserto no sertão. Ara (Cauã Reymond), com a vida nas mãos de Deus, é caçado implacavelmente pelo coronel Tenório (Humberto Martins) e disputado por Severina (Sophie Charlotte) e Laura (Luisa Arraes). Tudo por conta do roubo de uma santa que teria o poder de fazer chover.
Filmado na Bahia e em Pernambuco no ano passado, o longa - conhecido anteriormente como Língua Seca - tem direção de Homero Olivetto, roteirista de Bruna Surfistinha, e estreia prevista para janeiro.
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