terça-feira, 17 de junho de 2014

DELÍRIOS DE BRANQUELA – PEDREIRA MOTO FEST

Por: Mari Sbravatti

      
Ela apareceu cedinho com uma colete de couro vermelho. Muito me admira ela ter me escolhido branca porque o vermelho é a cor dela. Fiquei sabendo que ela já havia desfilado com este colete por aí, mas hoje iríamos estreá-lo juntas.
E por que eu estou falando do tal colete? Porque não é um colete comum. Atrás está aquele brasão que ela mostrou na semana passada, com o dizeres, “As Branquelas – Batom e Motocicletas”.
Agora está pregados nas costas para todo mundo ver: Somos uma dupla.
E iríamos estrear em grande estilo: No Pedreira Moto Fest.
Hoje não faltou companhia. O Delmon nos acompanhou na estrada. Lá nos encontramos a Bia e o Ian. O Arnaldo, organizador do evento, Zé Gaspar, o locutor de encontro de motos mais carismático do Brasil. Não, do mundo!
Também tivemos a surpresa de encontrar o Walter. Sim, aquele amigo da Mari que já nos emocionou com algumas histórias lindas.
E através dele tivemos o prazer imenso de conhecer a encantadora Mirian.
Foi um dia de encontros. De boas conversas. De música boa. Do bom e velho sanduíche de pernil. Dos baldes de Coca Cola para tentar aplacar o calor e até teve churros.
O dia passou tão leve e de forma tão agradável, que nem vimos a hora passar. De repente, já era hora de pegar a estrada novamente.
A tarde estava caindo. Logo seria noite. Precisávamos voltar.
Se pudéssemos ficávamos mais.
Mas a Mari tinha um compromisso e imagina que ela é daquelas de cancelar. Só se estiver em cima de uma maca. Sistemática que só ela. Mas preferível gente assim, do que aqueles que te deixam na mão no último minuto.
Tudo bem. Já havíamos aproveitado o bastante para voltar com o coração abastecido com aquela alegria que só o motociclismo pode proporcionar.
As curvas do Circuito das Águas são tão gostosas como canção de ninar para bebê. Você se joga, se entrega e se deixa levar. É uma sinfonia no asfalto.
O sol batendo de frente enquanto caía no horizonte nem chegou a incomodar. Quando chegamos ele já estava quase saindo de cena, para dar lugar às estrelas.
Como é bom um dia onde você pode unir moto, amigos, música boa, conversa gostosa e comer muita “porcaria”.
Você tem alguma dúvida de que vamos dormir felizes?
Nem eu. Beijokas da Branquela.


ACESSE:https://www.facebook.com/BranquelaCB300?fref=ts 
    

segunda-feira, 2 de junho de 2014

The Beatles - Abbey Road (1969)



      Abbey Road foi o 12° álbum lançado pela banda britânica The Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969, e leva o mesmo nome da rua de Londres onde situa-se o estúdio Abbey Road. Foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado pela banda, foi o último a ser gravado. As músicas do último disco lançado pelos Beatles, Let It Be, foram gravadas alguns meses antes das sessões que deram origem a Abbey Road. O álbum é considerado um dos melhores do grupo e parecia que os momentos de turbulências tinham passado e tudo havia voltado ao normal entre eles, mas na verdade o maior problema da banda começou a esquentar: Guerra de poderes. Após a morte de Brian Epstein, Paul McCartney sugeriu que Lee Eastman, advogado de sucesso e pai de Linda Eastman, tomasse conta dos negócios mas os outros Beatles desconfiando e visando uma proteção maior ao legado de todos sugeriram que Allen Klein, (que era promotor dos Stones e já vinha tentando "roubar" os Beatles de Epstein há muito tempo), era a melhor opção pelo seu jeito convicto de "homem das ruas". McCartney não concordou por achar absurdo pagar 15% de todos os lucros para Klein. Após a separação da banda, Eastman foi advogado da carreira solo de Paul e Allen Klein foi a justiça por ter roubado uma média de 5 milhões dos Beatles. O restante dos Beatles mantiveram contrato com Klein até 1977.
George Martin produziu e orquestrou o disco junto com Geoff Emerick como engenheiro de som, Alan Parsons como assistente de som e Tony Banks como operador de fitas. Martin considera Abbey Road o melhor disco que os Beatles fizeram. E não é por menos: ele é o mais bem acabado de todos, um dos mais cuidadosamente produzidos (comparável somente aSgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band). Sua estrutura foi bastante pensada e discutida, e as visões discordantes dos integrantes da banda só contribuíram para a riqueza da criação final.
Também foi em Abbey Road que George Harrison se firmou como um compositor de primeira linha. Após anos vivendo sob a sombra de John Lennon e McCartney, ele finalmente emplacou dois grandes sucessos com este álbum: "Here Comes the Sun" e "Something". Ambas foram regravadas incessantemente ao longo dos anos, sendo que Something chegou a ser apontada pela revista Time como "a melhor música do disco" e como a segunda música mais interpretada no mundo, atrás somente de "Yesterday", também dos Beatles.
Este disco foi marcado pelo uso de novos recursos tecnológicos que estavam surgindo na época. Um deles foi o sintetizador Moog, que começava a ser utilizado em maior escala dentro do rock. Ele possibilitava que virtualmente qualquer som fosse gerado eletronicamente. O Moog pode ser notado claramente em músicas como "Here Comes the Sun", "Maxwell's Silver Hammer" e "Because". Por seu trabalho em Abbey Road, os engenheiros de som Geoff Emerick e Phillip McDonald ganharam o Grammy.



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