terça-feira, 22 de maio de 2018

LE MC Brasil

A sigla LEMC foi criada para identificar moto clubes formados por “Agentes de Segurança”, a história surgiu em meados dos anos 90 e tinha como objetivo contrapor os chamados motoclubes 1%er ou “Outlaws” (Foras da Lei). O termo 1%er remonta ao evento Gypsy Tour organizado pela AMA (American Motorcyclist Association) nos Estados Unidos entre os dias 3 e 6 de julho de 1947, em Hollister, na Califórnia. Na ocasião motociclistas vindos de várias partes do país acabaram provocando um grande tumulto na cidade.
A AMA a fim de minimizar os efeitos negativos fez a histórica declaração de que “99% dos motociclistas são cidadãos respeitadores da lei”, com efeito os moto clubes intitulados outlaws passaram a utilizar o 1%er como autoafirmação da condição de “Fora da Lei”.
Nos dias atuais o termo 1%er tem sido utilizado por Moto Clubes outlaws, mas também pode significar que se trata de um clube tradicional e seguidor da cultura “biker”. Alguns LEMC's do Brasil:



sexta-feira, 18 de maio de 2018

TOP 5: Carros para o casamento real

Às vésperas do casamento Real, selecionamos 5 carruagens dignas de um evento como este, alguns são possíveis já outros só em filmes...

1- Rolls-Royce Phantom VI Landaulet 1977

2- Aston MartinDB6 Mk I Volante 1967

3- Lincoln Continental 1963 

4- Jaguar Mark V 1951

5- Nautilus

terça-feira, 15 de maio de 2018

Special Harley-Davidson Blue Edition, a moto mais cara do mundo!


A marca suíça de relógios e joias Bucherer fez uma parceria com a fabricante suíça de motocicletas Bündnerbike para criar uma máquina única, que a empresa afirma ser a motocicleta mais cara do mundo.
Batizada de “Special Harley-Davidson Blue Edition”, ela está avaliada em 1,8 milhão de francos suíços ou aproximadamente R$ 6, 2 milhões, esta moto única é uma Softail Slim S, no entanto, a Bündnerbike a transformou completamente sobrando apenas o motor original que também ganhou modificações visuais. 
A motocicleta usa uma pintura azul personalizada iridescente extremamente atraente, para a qual uma técnica específica teve que ser empregada, usando seis revestimentos de cor que foram aplicadas usando um método de revestimento secreto.
A moto personalizada é embelezada com 360 diamantes, juntamente com parafusos banhados a ouro integrados no tanque, que contém um relógio Bucherer exclusivo que apresenta elementos de um motor de motocicleta em seu mostrador.
O tanque também abriga um grande anel de diamante Dizzler da coleção Bucherer Fine Jewelry, juntamente com um anel solitário de seis pontas do céu com um diamante de 5,40 quilates. A Bündnerbike levou um ano para projetar e criar esta Special Harley-Davidson Blue Edition.
Uma equipe de oito funcionários de ambas as marcas realizaram mais de 2.500 horas de trabalho coletivamente para concluir o projeto. Caso você queira ter uma Harley parecida com esta não se preocupe, aqui na Dark Choppers é possível encontrar alguns acessórios que estão nesta máquina incrível! entre em contato e saiba mais! 



segunda-feira, 7 de maio de 2018

Honda Monkey 125 2018

 
A Honda relançou a Monkey. A icônica minimoto volta às ruas com um motor de 125cc, suspensões invertidas, freios ABS e iluminação de LEDs. O visual manteve o charme vintage com rodas pequenas, escapamento alto e estilo “rancheiro”.
Famosa na década de 1970, a minimoto foi criada, na verdade, em 1961 como um brinquedo para crianças do parque de diversões Tama Tech, em Tóquio, capital japonesa. Originalmente tinha motor de 50cc e rodas de apenas cinco polegadas. Fez tanto sucesso que, em 1963, a Honda criou uma versão homologada para as ruas, que foi exportada para a Europa e Estados Unidos.
Mas foi mesmo nos anos de 1970, quando recebeu rodas maiores de 8 polegadas e um garfo telescópico desmontável, para que fosse ainda mais fácil guardá-la no porta-malas de um automóvel, que a Monkey viveu sua época de ouro. Com câmbio de três velocidades e embreagem centrífuga, como na Biz, a minimoto da Honda foi o primeiro veículo de duas rodas de muitos motociclistas mundo afora.
De carona no sucesso de outras minimotos modernas, como a MSX 125 da própria Honda ou ainda a Kawasaki Z 125, a marca da asa reinventou a Monkey. Mas manteve seu design inconfundível com pneus largos, miniguidão característico, escapamento alto, tanque pequeno e banco confortável. Entretanto, apesar do logo vintage da Honda no tanque de apenas 5,6 litros, a Monkey 2018 ganhou tecnologia atual. O painel de instrumentos digital LCD de formato circular inclui um velocímetro, odômetros total e dois parciais e indicador do nível de combustível.
Como era de se esperar, a Honda também atualizou a parte mecânica. O monocilíndrico, quatro tempos, com arrefecimento a ar tem 125 cm³ e injeção eletrônica para produzir 9,5 cv de potência máxima. O câmbio agora tem quadro velocidades, mas com embreagem multidisco em banho de óleo. O consumo prometido pela marca impressiona: 67 km/litro. O conjunto ciclístico recebeu um garfo telescópico invertido na dianteira, mas manteve o sistema bichoque, na traseira. Os freios são a disco em ambas as rodas, mas com sistema ABS apenas na frente. As rodas de 12 polegadas usam pneus largos e com cravos nas medidas 120/80-12 (diant.) e 130/80-12 (tras.).
Honda Monkey 50cc da década de 1960
O peso da nova Monkey em ordem de marcha é de apenas 107 kg. E seu assento fica a 775 mm do solo. Ou seja, apesar de modernizada, a minimoto da Honda continua fácil de pilotar. A Monkey 125 2018 será vendida inicialmente no continente europeu em três opções de cores: amarelo, vermelho e preto. O modelo deve chegar às lojas em julho, mas seu preço ainda não foi definido.
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