terça-feira, 17 de julho de 2018

22º Tubarões Bikerfest 2018

 Neste Sábado (14/07) fui ao evento que lá no passado me despertou essa paixão pelo motociclismo, em sua 22ª Edição o Tubarões Bikerfest 2018 continua sendo um dos maiores da Região dos Lagos não só pela estrutura ampla e acolhedora mas também pelo cenário que o cerca.

O evento atraiu motociclistas de vários Estados e cidades do Brasil assim como o público local que nos quatro dias de evento curtiram diversas bandas de Rock interpretando clássicos do passado e músicas autorais.
Para nossa felicidade o evento está confirmadíssimo para 2019 e promete ser ainda melhor! tanto para quem curte o motociclismo quanto para o comércio e rede hoteleira local que neste ano comemoraram o grande fluxo de pessoas na cidade. Ah, em 2019 a Dark Choppers também já está confirmada! em breve trago mais novidades...  

 

FOTOS: M2 Fotografias

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Dodge Challenger Redeye 2019


A Dodge revelou a linha atualizada do muscle car mais vintage do mercado, o Challenger. E o que mais salta ao olhos desta revelação é a capacidade da marca em surpreender quem achava que já havia visto toda a ousadia possível da Dodge materializada no Demon. Para fazer companhia — quase que lado a lado com o demônio — a gama do Challenger agora conta com o inédito SRT Hellcat Redeye.

Equipado com o mesmo monstruoso motor 6.2 V8 Hemi do Demon, o Redeye é apenas 43 cv menos potente (se comparado com os 851 cv opcionais do Demon), ostentando incríveis 808 cv e 97,6 kgfm sob o capô. Com essa credencial, a fabricante afirma que ele é capaz de acelerar aos 100 km/h em 3,4 segundos, mais rápido do que o próprio Demon, quando ele não tá equipado com o pacote que o transforma no rei das arrancadas. O quarto de milha do Redeye é feito em 10,8 segundos e a velocidade máxima é de 326 km/h.


Pra extrair toda essa potência para o Redeye, a Dodge aproveitou 25 aprimoramentos que realizou no Hemi para o Demon, incluindo um supercompressor de 2,7 litros, pistões, bielas e virabrequim forjados e sistema de lubrificação e injeção totalmente novos, feitos especialmente para a nova versão do muscle car. Trabalhando com o V-Oitão está o câmbio automático de oito marchas, que oferece a possibilidade de duas relações de diferencial distintas, sendo uma calibrada para melhorar ainda mais a arrancada do modelo (com razão de 3.09:1).

Quem for fã do Challenger e encontrar um Redeye na rua não vai ter muito problema para identificá-lo. O carro conta com um kit aerodinâmico mais robusto, mas o que mais se destaca é o novo capô, com duas entradas de ar separadas em dois segmentos (em vez de um horizontal comprido, como no Demon).



terça-feira, 3 de julho de 2018

EU ACREDITO!!!

A notícia de que a Indian Motorcycle encerrou suas atividades no território brasileiro pegou a todos de surpresa, principalmente os proprietários dessas incríveis máquinas que sem ressalva alguma são incríveis! 

Culpar o mercado brasileiro não acredito que tenha sido o fator primordial para tomarem esta decisão mas quem somos nós para questionar? Na minha humilde e irrelevante opinião faltou peito e ousadia para os engravatados do grupo Polaris (detentora da marca). 


Vale lembrar que o Grupo Polaris também é dono da Victory Motorcycles que possui modelos muito atrativos e diferenciados, consegue imaginar concessionárias com as duas marcas juntas? eu imagino E ACREDITO que isso um dia poderá acontecer e aqui no Brasil!  



segunda-feira, 25 de junho de 2018

Indian Motorcycle no Brasil 2015 - 2018

 
A centenária marca Indian Motorcycle chegou ao Brasil no Salão Duas Rodas 2015 prometendo fazer barulho, mas hoje, menos de três anos após sua estreia no País, a marca anunciou o fim das operações no mercado brasileiro. A cris e econômica e a consequente queda nas vendas de motocicletas foram apontadas pela Polaris, grupo detentor da marca em todo o mundo, como os fatores decisivos para o fim da curta vida da Indian no Brasil.
A marca chegou com planos ambiciosos, querendo até mesmo disputar mercado com a Harley-Davidson, sua rival histórica. Com um line-up de cinco modelos, montandos inicialmente em Manaus (AM), o mercado nacional não respondeu da maneira que a Polaris esperava. Já em 2017, a marca parou de montar motos no Brasil, já que o volume de vendas não justificava o investimento, e passou a importar alguns modelos. Mesmo assim, o negócio não se sustentou.

Em 2016 e 2017, a Indian vendeu apenas 691 motos no atacado, segundo números da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor. Após parar de montar as motos em Manaus em abril de 2017 e começar a importá-las, a empresa não forneceu números de vendas.
Segundo comunicado oficial da marca, “a falta de rentabilidade do negócio no Brasil decorrente do recrudescimento da economia brasileira com a consequente redução da indústria de motocicletas nos últimos anos, agravaram os desafios de continuidade da importação e revenda de motocicletas premium de alta cilindrada”.

 Os clientes que adquiriram motos Indian terão serviços de pós-vendas e garantia am algumas concessionárias Polaris, mas que ainda não foram definidas. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, no período de transição de 120 dias serão escolhidas e anunciadas as autorizadas Polaris e outras oficinas que darão suporte aos consumidores da Indian. “Nosso compromisso é de total suporte à rede de concessionárias e aos clientes da Indian Motorcycle nessa transição”, comenta Paulo Brancaglion, Country Manager da Polaris Brasil. Para mais informações, os clientes Indian podem contatar o canal de atendimento pelo telefone (11) 3336-5482 ou pelo e-mail: contatobrasil@indianmotorcycle.com.


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Nose Art - A história por trás das guerras

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) não viu apenas as inovações tecnológicas dos aviões que foram usados no conflito. Outro aspecto da cultura militar começava a se destacar: a ''nose art'' —pinturas decorativas feitas na fuselagem, especificamente no ''nariz'' das aeronaves de guerra (por isso o nome ''arte de nariz''). Eram imagens de pin-ups, bocas de tubarão, personagens de quadrinhos, entre outras referências.
A personalização dos aviões tinha várias funções, como trazer sorte, identificar aliados e distrair os inimigos, mas também era uma forma de amenizar o clima pesado da guerra e aumentar o moral dos pilotos.
Pilotos italianos e alemães são apontados como pioneiros da ''nose art'', decorando seus aviões monomotores já em 1913. A prática foi se espalhando, mas foi na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) que ela se popularizou, especialmente com o fim das restrições a esse tipo de prática pelas Forças Armadas norte-americanas. A partir deste período, chamado de “a era de ouro da nose art”, as pinturas passaram a refletir características da sociedade.
Pin-ups —mulheres bonitas em poses sensuais— e tubarões estavam entre os desenhos preferidos dos pilotos. No caso das mulheres, essas ilustrações reforçavam a presença feminina num ambiente dominado por homens e também mostravam o ideal de mulher que os solados esperavam encontrar na tão sonhada volta para casa. As imagens das pin-ups iam de ternas às mais erotizadas.
Já os pilotos britânicos e alemães foram os primeiros a usar a imagem de tubarões na 1ª Guerra Mundial. Nessa época, o tom dado pelo tubarão era mais de humor do que de ameaça. Só na Segunda Guerra é que o tubarão com seus enormes dentes passou a ser usado para intimidar os inimigos.
Após a Segunda Guerra a ''nose arte'' perdeu um pouco o seu espaço, retornando depois na Guerra da Coréia e na Guerra do Vietnã. Em ambas, os aviões eram personalizados num tom mais político.

Veja algumas imagens:
B-25 Mitchell

O B-25 Mitchell é um bombardeiro médio bimotor dos Estados Unidos, considerado um clássico da Segunda Guerra Mundial. Aqui ele aparece decorado com o desenho de uma pin-up.
 Bombardeiro norte-americano
A decoração de tubarões foi muito popular nos aviões nos anos 1940 e 1950. A foto abaixo mostra um bombardeiro norte-americano decorado com uma boca de tubarão, em 1943, antes de decolar de uma base na China para bombardear o Japão.
Bombardeiro B-17 apelidado de ''Piccadilly Princess''
O avião, construído pela Boeing e chamado de “Fortaleza Voadora” (Flying Fortress), também foi usado na Segunda Guerra Mundial pelos Estados Unidos.
Bombardeiro B-24 Liberator
Desenho de pin-up decorando um bombardeiro B-24 Liberator, em 1945. Este foi o modelo de bombardeiro mais produzido pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), muito usado inclusive pelos Aliados.
Boeing KC-135
O Boeing KC-135 ''Stratotanker'' é uma aeronave quadrimotora americana de reabastecimento aéreo que está na ativa desde 1957. Nesta foto, na base área de Andrews, em Maryland, nos EUA, um desses modelos aparece decorado com um desenho de pin-up.
The Pink Lady
O bombardeiro B-17, apelidado de The Pink Lady, foi usado na Europa pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e ficou em uso até 2010. Foi um dos mais antigos bombardeiros usados no conflito a sair de circulação.
SPAD S.XIII
O avião de caça francês traz um cavalo estampado em sua fuselagem. Estima-se que a imagem seja de 1918.
Boeing B-29
Até os anões da Branca de Neve foram parar nos aviões. O Boeing B-29, avião militar usado na Segunda Guerra Mundial e na Guerra da Coreia pela Força Aérea dos Estados Unidos.
Bell AH-1 Cobra
Helicóptero Bell AH-1 Cobra, de 1967, exposto no Museu de Aviação de New Jersey

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Royal Enfield Pegasus 2018

A Royal Enfield lançou a edição especial Pegasus, baseada na Classic 500, a, com mil unidades, que remete à Flying Flea, uma motocicleta de 125cc que a montadora produziu dos anos 30 até os 60, especialmente na década de 40, para atuar na Segunda Guerra Mundial. O equipamento da época era muito leve e utilizado para ser lançado de aviões em paraquedas, especialmente no Dia D.

Para criar a moto, a montadora indiana pesquisou livros de história do modelo e pediu ajuda ao Regimento de Paraquedistas do Exército Britânico para compor a estética do modelo. “Foi muito importante trabalhar em estreita colaboração com o Ministério da Defesa em um projeto que a colaboração foi grande”, diz Mark Wells, da Royal Enfield Estratégia Global de Produto e Design Industrial.

Baseado na Classic 500, a edição Pegasus tem um emblema Pegasus marrom e azul, a insígnia oficial do Regimento de Paraquedas e um número de série único no tanque. As marcações pintadas são baseadas em um modelo genuíno da Segunda Guerra Mundial, incluindo a faixa amarela no cárter que aponta o centro de massa para a fixação no transporte de avião. Alça de couro com fivelas de latão envolvem o filtro de ar pnado em preto assim como escapamento, rodas, pedais e proteção do farol. A edição limitada tem anda alforges de lona de estilo militar estampados com o logotipo da Pegasus, além de outros acessórios temáticos.

terça-feira, 22 de maio de 2018

LE MC Brasil

A sigla LEMC foi criada para identificar moto clubes formados por “Agentes de Segurança”, a história surgiu em meados dos anos 90 e tinha como objetivo contrapor os chamados motoclubes 1%er ou “Outlaws” (Foras da Lei). O termo 1%er remonta ao evento Gypsy Tour organizado pela AMA (American Motorcyclist Association) nos Estados Unidos entre os dias 3 e 6 de julho de 1947, em Hollister, na Califórnia. Na ocasião motociclistas vindos de várias partes do país acabaram provocando um grande tumulto na cidade.
A AMA a fim de minimizar os efeitos negativos fez a histórica declaração de que “99% dos motociclistas são cidadãos respeitadores da lei”, com efeito os moto clubes intitulados outlaws passaram a utilizar o 1%er como autoafirmação da condição de “Fora da Lei”.
Nos dias atuais o termo 1%er tem sido utilizado por Moto Clubes outlaws, mas também pode significar que se trata de um clube tradicional e seguidor da cultura “biker”. Alguns LEMC's do Brasil:



sexta-feira, 18 de maio de 2018

TOP 5: Carros para o casamento real

Às vésperas do casamento Real, selecionamos 5 carruagens dignas de um evento como este, alguns são possíveis já outros só em filmes...

1- Rolls-Royce Phantom VI Landaulet 1977

2- Aston MartinDB6 Mk I Volante 1967

3- Lincoln Continental 1963 

4- Jaguar Mark V 1951

5- Nautilus

terça-feira, 15 de maio de 2018

Special Harley-Davidson Blue Edition, a moto mais cara do mundo!


A marca suíça de relógios e joias Bucherer fez uma parceria com a fabricante suíça de motocicletas Bündnerbike para criar uma máquina única, que a empresa afirma ser a motocicleta mais cara do mundo.
Batizada de “Special Harley-Davidson Blue Edition”, ela está avaliada em 1,8 milhão de francos suíços ou aproximadamente R$ 6, 2 milhões, esta moto única é uma Softail Slim S, no entanto, a Bündnerbike a transformou completamente sobrando apenas o motor original que também ganhou modificações visuais. 
A motocicleta usa uma pintura azul personalizada iridescente extremamente atraente, para a qual uma técnica específica teve que ser empregada, usando seis revestimentos de cor que foram aplicadas usando um método de revestimento secreto.
A moto personalizada é embelezada com 360 diamantes, juntamente com parafusos banhados a ouro integrados no tanque, que contém um relógio Bucherer exclusivo que apresenta elementos de um motor de motocicleta em seu mostrador.
O tanque também abriga um grande anel de diamante Dizzler da coleção Bucherer Fine Jewelry, juntamente com um anel solitário de seis pontas do céu com um diamante de 5,40 quilates. A Bündnerbike levou um ano para projetar e criar esta Special Harley-Davidson Blue Edition.
Uma equipe de oito funcionários de ambas as marcas realizaram mais de 2.500 horas de trabalho coletivamente para concluir o projeto. Caso você queira ter uma Harley parecida com esta não se preocupe, aqui na Dark Choppers é possível encontrar alguns acessórios que estão nesta máquina incrível! entre em contato e saiba mais! 



segunda-feira, 7 de maio de 2018

Honda Monkey 125 2018

 
A Honda relançou a Monkey. A icônica minimoto volta às ruas com um motor de 125cc, suspensões invertidas, freios ABS e iluminação de LEDs. O visual manteve o charme vintage com rodas pequenas, escapamento alto e estilo “rancheiro”.
Famosa na década de 1970, a minimoto foi criada, na verdade, em 1961 como um brinquedo para crianças do parque de diversões Tama Tech, em Tóquio, capital japonesa. Originalmente tinha motor de 50cc e rodas de apenas cinco polegadas. Fez tanto sucesso que, em 1963, a Honda criou uma versão homologada para as ruas, que foi exportada para a Europa e Estados Unidos.
Mas foi mesmo nos anos de 1970, quando recebeu rodas maiores de 8 polegadas e um garfo telescópico desmontável, para que fosse ainda mais fácil guardá-la no porta-malas de um automóvel, que a Monkey viveu sua época de ouro. Com câmbio de três velocidades e embreagem centrífuga, como na Biz, a minimoto da Honda foi o primeiro veículo de duas rodas de muitos motociclistas mundo afora.
De carona no sucesso de outras minimotos modernas, como a MSX 125 da própria Honda ou ainda a Kawasaki Z 125, a marca da asa reinventou a Monkey. Mas manteve seu design inconfundível com pneus largos, miniguidão característico, escapamento alto, tanque pequeno e banco confortável. Entretanto, apesar do logo vintage da Honda no tanque de apenas 5,6 litros, a Monkey 2018 ganhou tecnologia atual. O painel de instrumentos digital LCD de formato circular inclui um velocímetro, odômetros total e dois parciais e indicador do nível de combustível.
Como era de se esperar, a Honda também atualizou a parte mecânica. O monocilíndrico, quatro tempos, com arrefecimento a ar tem 125 cm³ e injeção eletrônica para produzir 9,5 cv de potência máxima. O câmbio agora tem quadro velocidades, mas com embreagem multidisco em banho de óleo. O consumo prometido pela marca impressiona: 67 km/litro. O conjunto ciclístico recebeu um garfo telescópico invertido na dianteira, mas manteve o sistema bichoque, na traseira. Os freios são a disco em ambas as rodas, mas com sistema ABS apenas na frente. As rodas de 12 polegadas usam pneus largos e com cravos nas medidas 120/80-12 (diant.) e 130/80-12 (tras.).
Honda Monkey 50cc da década de 1960
O peso da nova Monkey em ordem de marcha é de apenas 107 kg. E seu assento fica a 775 mm do solo. Ou seja, apesar de modernizada, a minimoto da Honda continua fácil de pilotar. A Monkey 125 2018 será vendida inicialmente no continente europeu em três opções de cores: amarelo, vermelho e preto. O modelo deve chegar às lojas em julho, mas seu preço ainda não foi definido.
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